Webinar discute os desafios e as mudanças causadas pela pandemia no setor aéreo anteontem (28.10)

Um seminário de três horas de duração na manhã de anteontem (28.10) mostrou que a aviação brasileira está otimista com a retomada, mas, ao mesmo tempo, preocupada com a continuidade dos negócios. “Gestão de Crise e Continuidade do Negócio”, promovido pelo RIOGaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim, reuniu representantes de companhias aéreas, concessionárias, agências reguladoras e o segmento de ground handling, entre outros. O objetivo foi debater as mudanças do mercado e as novas tendências da aviação que têm sido impulsionadas pela pandemia.

O representante das companhias aéreas estrangeiras no Galeão, por exemplo, falou com muita propriedade sobre as dificuldades que estão enfrentando, com alta de custos provocada pela inclusão de novos procedimentos e também pela diminuição da sinergia das empresas em solo, provocada pela drástica redução dos voos. Tudo isso está impactando os negócios.

Por outro lado, o otimismo esteve bastante presente nas colocações de Ronei Saggioro Glanzmann, da Secretaria Nacional de Aviação Civil, que disse acreditar em uma retomada de 70 a 80% dos voos domésticos até o fim do ano. Outros, como o Brigadeiro Ary Bertolino, membro da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO), mostraram-se preocupados com a falta de padronização dos procedimentos obrigatórios para entrada de estrangeiros em todos os países para que a retomada dos voos internacionais possa acontecer.

“O que ficou mais claro foi que todos envolvidos na cadeia estão preocupados com a integração para a preservação das atividades e isso é o que vai nos salvar”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo).

Miguel, participou do terceiro bloco, “Lições Aprendidas na Pandemia Covid-19”, destacando a importância da atitude colaborativa, nesse momento, especialmente em relação aos trabalhadores que estão na ponta da linha. “As empresas de serviços auxiliares no Brasil comprometem cerca de 80% do faturamento com folha de pagamento e precisaram demitir 16 mil pessoas desde o início da pandemia”, disse o presidente da Abesata durante o evento.

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