Com nova roupagem, o programa mantém o que já existia no Minha Casa Minha Vida e funcionava. “Temos um déficit habitacional gigantesco e com a ajuda da iniciativa privada é possível atender famílias que se encaixam em todas as faixas de renda, exceto a 1 que depende do poder público”, disse Bruno Guedes, especialista em moradia popular e diretor da startup SONHOCASA. 

O novo programa Casa Verde e Amarela, lançado pelo Governo Federal, ainda é a melhor alternativa para as milhares de famílias que desejam sair do aluguel. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, o déficit de moradia em São Paulo é de 1,8 milhão de domicílios.

“O novo programa coloca uma nova roupagem no Minha Casa Minha Vida que já vinha funcionando há uma década e se propõe a atender 1,6 milhão de famílias em todo o Brasil, o que é pouco, diante do déficit nacional”, disse Bruno Guedes, executivo que atua há mais de 20 anos no mercado de construção civil com foco em habitações populares. Guedes é um dos sócios da startup SONHOCASA, empresa criada há um ano para aproximar de forma ágil pessoas que queiram deixar de pagar aluguel e as construtoras, usando a tecnologia.

Para o executivo, nas faixas de renda em que algumas construtoras estão investindo e lançamento empreendimentos, o programa funciona. Mas ainda há uma parcela enorme da população não atendida. “Uma das boas coisas que o Casa Verde e Amarela trouxe é a proposta de regularização fundiária, que vai permitir que muitos imóveis hoje irregulares, saiam dessa situação e permitam uma melhora na qualidade de vida das famílias.”

Falta de informação cria gargalo

Inicialmente atuando na cidade de São Paulo e Região Metropolitana, a SONHOCASA trabalha com uma oferta de mais de 16 mil imóveis com valores entre R$ 120 mil e 240 mil. Com entrada a partir de R$ 200. “Mas o maior problema é que as pessoas não sabem que podem compor renda e comprar uma casa financiada pelo mesmo valor mensal usado para pagar o aluguel”, explica o diretor da SONHOCASA.

Quem paga aluguel, mas consegue compor uma renda familiar a partir de R$ 2.000,  pode pagar uma prestação média de 30% deste valor para ter sua moradia própria.  “A plataforma tecnológica que criamos leva gente interessada e preparada para comprar de forma eficiente, com crédito já aprovado. Filtramos e apresentamos as melhores oportunidades separadas por: região da cidade, características do imóvel, formas de pagamento e que caiba no bolso do nosso cliente. Assim, a pessoa não se frustra e a construtora não perde tempo”, afirma o executivo.

Saiba mais sobre a SonhoCasa

A startup foi criada há 12 meses por um grupo de empreendedores com vasta experiência no mercado imobiliário e tecnologia. A proposta é aproximar potenciais compradores de habitação popular, com crédito aprovado, e construtoras, agilizando o processo de compra de imóveis, levando o cliente onde ele pode de fato comprar. Mais informações em www.sonhocasa.com.br

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