Amaro Aviation passará a aceitar pagamentos em criptomoedas

Forma de pagamento estará disponível para quem optar pelo serviço de propriedade compartilhada, compra de pacotes de horas de voo, fretamento, gestão de frota e aluguel de cotas de aquisição A Amaro Aviation, empresa de aviação executiva que trabalha com compartilhamento de aeronaves e gestão de frota, passará a aceitar pagamentos em criptomoedas, incluindo as mais utilizadas, como Bitcoin, Ethereum, Binance coin, Cardano, Tether, Solana, XRP, Polkadot, Dogecoin USD Coin, entre outras. Setores como mercado imobiliário, empresas de tecnologia, comércio eletrônico e redes de supermercados já aceitam pagamento em moedas virtuais. Agora, as criptomoedas começam a ganhar espaço no ramo da aviação. A tecnologia utilizada nessas operações, chamada blockchain, torna as transações praticamente imediatas. A nova forma de pagamento estará disponível em breve para compra de cotas, fretamento e gestão de frota – com manutenção, catering, tripulação, entre outros itens. A empresa também irá aceitar pagamento em criptomoedas para quem quer alugar cotas de aquisição de uma aeronave ou adquirir pacotes de horas de voo. “O pagamento em criptomoeda é uma tendência que tem espaço para ser mais explorada no mercado de aviação executiva. Com essa novidade, passamos a ampliar as oportunidades de negócios e oferecer mais comodidade aos clientes”, disse Marcos Amaro, fundador da Amaro Aviation. A Amaro Aviation possui dez aeronaves na frota. Três delas estão disponíveis para propriedade compartilhada. A primeira é o revolucionário jato suíço Pilatus PC-24, projetado para operar em pistas curtas e até mesmo sem pavimentação. O segundo é um Gulfstream G550, aeronave configurada para 16 ocupantes, projetada para etapas ultra longas com absoluto conforto e segurança. O G550 pode voar, por exemplo, entre São Paulo e Moscou sem escalas. Por fim, tem o recém-chegado Pilatus PC-12 NGX, considerada a melhor aeronave no mundo em sua categoria. E vai permitir aos clientes da Amaro absoluta flexibilidade para operar em uma vasta gama de missões, tipos de aeroporto e duração de viagens, de ultra longo alcance intercontinental a curtos voos locais para pistas não preparadas. Já as outras sete aeronaves, a Amaro Aviation realiza gestão de frota. A empresa cuida de toda parte operacional, incluindo manutenção, compras e suprimentos, tripulação, catering, entre outros serviços. A Amaro Aviation Fundada em 2020 em São Paulo, a Amaro Aviation é uma empresa privada de aviação executiva. A companhia, idealizada por Marcos Amaro, filho do Comandante Rolim Amaro, logo atraiu investidores e tratou de montar um time de executivos de primeiro escalão, conciliando profissionais com vasta experiência prévia nos setores de aviação executiva e comercial. A Amaro Aviation trabalha com as seguintes modalidades de atuação comercial na aviação de negócios: Amaro Owner – programa de Fractional Ownership (propriedade compartilhada). Permite aos clientes adquirirem cotas de aeronaves por uma fração do custo original de aquisição, assegurando a conveniência de dispor de sua aeronave particular. Amaro Partner – a categoria de produto que equivale a uma subscription (assinatura). Para o cliente que ainda utiliza com frequência a aeronave, mas não está disposto a arcar com os mesmos custos de aquisição da categoria Amaro Owner. Na prática, seria como se fosse feito um aluguel das cotas de aquisição da categoria Amaro Owner. Amaro Flyer – permite adquirir pacotes de horas de utilização das aeronaves com uma série de vantagens, a preços extremamente competitivos. São três pacotes de horas de voo anuais, com 150, 100 ou 50 horas de operação ao ano. As reservas podem ser feitas até 72 horas antes da partida. O tempo de permanência em solo entre viagens é de até seis horas. Amaro On-Demand – modalidade de operação que se assemelha ao tradicional serviço de táxi aéreo. Esta categoria atende perfeitamente clientes cuja demanda anual seja inferior a 15 horas anuais de utilização. A Amaro Aviation aguarda apenas a conclusão do processo de autorização para este tipo de operações, que deve ser concluído nos próximos meses, sujeito à aprovação das autoridades. A AMARO possui ainda o serviço de gestão de aeronaves, Amaro Management, oferecendo gestão completa de sua aeronave ou de toda sua frota. Neste produto, a Amaro cuida de todos os aspectos referentes à operação de uma aeronave: manutenção, disponibilização de aeronaves e tripulantes, autorizações e notificações, compras de suprimentos, catering, aspectos legais e gestão financeira. Mais informações: www.amaroaviation.com Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br
Quadrilhas especializadas roubam celulares e movimentam até criptomoedas em São Paulo
São mais de 100 casos por dia em apenas uma delegacia em São Paulo e saem as primeiras condenações da Justiça, obrigando os bancos a ressarcir os clientes prejudicados Quadrilhas de roubo de celular na capital paulista estão ficando cada vez mais especializadas e conseguem sacar recursos até em bancos estrangeiros através dos celulares. Um cliente teve US$ 35 mil em criptomoedas roubados de uma conta de um banco chinês. Na delegacia onde o cliente registrou a ocorrência, já são mais de 100 registros por dia, sempre com a mesma forma, vidro do carro estourado e celular roubado com a tela desbloqueada, em uso com aplicativos como Waze, por exemplo. A saída tem sido recorrer à Justiça para pedir o ressarcimento das perdas. A boa notícia é que, nos últimos dias, dois casos levados à Justiça foram decididos em favor dos clientes, condenando o banco a indenizar, inclusive por danos morais. O número de casos levados à Justiça só aumenta porque os problemas não estão sendo resolvidos em âmbito administrativo (SAC, Ouvidoria, PROCONS, BACEN, etc.). Os bancos alegam que nas situações em que há o furto do celular e, por via de consequência, reenvio de senha é hipótese de “culpa exclusiva do consumidor”. Para o advogado Vinícius Simony Zwarg, especialista em relações de consumo, a interpretação mais adequada da lei não segue nessa direção. “Existem muitos consumidores lesados pelo problema, tanto é que o Banco Central alterou a regra de funcionamento. À época da alteração, o PROCON pediu para que as transações fossem limitadas à 500,00, o que não foi aceito pelo Banco Central”, disse o advogado. Duas decisões recentes do Tribunal de Justiça de São Paulo, em 11 de agosto e 22 de setembro, foram favoráveis aos autores do processo. Ambos foram vítimas de roubo de celular e tiveram transferências via PIX realizadas pelos assaltantes. A Justiça condenou os bancos a indenizarem os clientes pela falha na prestação do serviço. Conforme dispõe a Súmula nº 479 do C. STJ, “as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias”. Vinícius Simony Zwarg é advogado é sócio do Emerenciano, Baggio & Associados Advogados e desde 2006 atua na área de Direito das Relações de Consumo. Com grande acervo de processos conduzidos, conhecimento e de prática efetiva em litígios complexos e casos de diferentes naturezas, representando clientes de diversos segmentos, nacionais e internacionais. Anteriormente, foi professor da PUC/SP, Membro da Comissão de Defesa do Consumidor da Fecomércio, Membro do Conselho Consultivo da ANVISA e Chefe de Gabinete da Fundação PROCON/SP. É Graduado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Mestre em Difusos e Coletivos (PUC/SP). Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br.