Aeroporto de Viracopos assina termo de parceria com Abesata para incentivar a contratação de empresas certificadas

Para os passageiros, os benefícios são importantes, pois empresas capacitadas para atuar no setor são mais eficientes no transporte de bagagens Nesta quarta-feira (21.06), o Aeroporto Internacional de Viracopos e a Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) assinaram um acordo de parceria para a valorização das empresas de serviços em solo (ground handling) certificadas. O CRES (Certificado de Regularidade das Empresas em Solo) foi criado há um ano e tem 11 empresas certificadas com presença em mais de 60% dos aeroportos brasileiros. O segmento de ground handling é atendido basicamente por empresas especializadas que prestam serviços para companhias aéreas e aeroportos nos segmentos de transporte de passageiros, check-in, transporte de bagagem, segurança, movimentação de aeronaves, inspeção, raio X e outros. No mundo todo são empresas especializadas que prestam serviços que companhias aéreas e aeroportos possam se concentrar na atividade-fim. O uso dessas empresas também permite uma redução importante de custos para companhias aéreas que teriam que manter um time de colaboradores grande para atender um ou dois voos por dia, dependendo da localidade. Para os passageiros, os benefícios são importantes, pois empresas especializadas e capacitadas para atuar no transporte aéreo são mais eficientes no transporte de bagagens e no atendimento em todas as etapas em solo da viagem. “Avalio a autorregulação do setor como positiva pois poderá garantir que as empresas de serviços auxiliares do transporte aéreo estejam devidamente preparadas para a prestação de serviços de alta qualidade, devendo proporcionar um atendimento ágil, seguro e eficiente tanto às companhias aéreas quando aos aeroportos e seus respectivos clientes”, disse o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich. “Queremos com a autorregulação ajudar operadores de aeroportos e companhias aéreas na hora de contratar serviços de ground handling, mas um ano depois do lançamento do projeto ainda nos surpreendemos com a resposta do mercado e dos órgãos reguladores. O CRES é um sucesso, usado como exemplo de regulação responsiva adotada pelo Brasil”, disse o presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel. A Rede Voa, que administra 16 aeroportos no interior de São Paulo, já assinou também o termo de parceria, assim como o Aeroporto de Salvador, gerido pela Vinci. Saiba mais sobre o CRES O programa de certificação é composto por uma matriz com cinco dimensões: Regulatória, Financeira, Operacional, Pessoas e ESG (meio ambiente, social e governança corporativa). A certificação é realizada por uma empresa independente, a Praxian Research Center, com sede na avenida Paulista, em São Paulo. O objetivo é trazer benefícios para toda a cadeia aeronáutica. Hoje, as empresas de ground handling no Brasil respondem por 95% das operações em solo, desde a limpeza de aeronaves, com foco na sua desinfecção, transporte e atendimento de passageiros, tripulantes, bagagens, check-in, manuseio de carga, canal de inspeção – security – para embarque de passageiros, entre outras modalidades. A autorregulação, através do CRES, marca a maturidade do setor: “Há a preocupação por parte das empresas em não perderem a Certificação é isso se reverte em uma constante evolução na qualidade dos serviços prestados”, disse Ricardo Miguel, presidente da ABESATA. As empresas que desejarem ser certificadas precisarão apresentar uma série de documentos que comprovem condições regulares de operação e uma estrutura saudável, garantindo a segurança de quem contrata, companhia aérea ou aeroporto, além de poder servir de referência para a fiscalização por parte dos órgãos governamentais. Os critérios de análise envolvem aspectos eliminatórios e outros classificatórios, totalizando uma soma máxima de 100 pontos. Mais informações em cres.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br   Assessoria de Imprensa de Viracopos Maurício Simionato (19) 9.9744.9770 / (19) 3725.6357 e-mail: imprensa@viracopos.com

Abesata celebra acordo com Aeroporto de Salvador para incentivar a contratação de empresas certificadas

Um ano depois do lançamento do CRES (Certificado de Regularidade das Empresas em Solo), a entidade passa a firmar acordos com aeroportos para a valorização das empresas certificadas na hora de contratar. Em Salvador, a maioria das empresas atuantes na prestação de serviços em solo têm o selo de qualidade do segmento No próximo dia 19 de junho, segunda-feira, o Aeroporto Internacional de Salvador e a Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) vão assinar um acordo de parceria para a valorização das empresas de serviços em solo (ground handling) certificadas. O CRES (Certificado de Regularidade das Empresas em Solo) foi criado há um ano e tem 11 empresas certificadas com presença em mais de 60% dos aeroportos brasileiros. O Aeroporto de Salvador foi escolhido para assinar essa parceria porque, entre os de grande movimentação de passageiros, conta com a maioria das empresas atuantes certificadas. Acordos semelhantes foram firmados com a Rede Voa, administradora de 16 aeroportos no Estado de São Paulo, e será assinada com o Aeroporto de Viracopos no dia 21 de junho. O segmento de ground handling é atendido basicamente por empresas especializadas que prestam serviços para companhias aéreas, aviação executiva e aeroportos nas diversas modalidades de proteção e operacional. No mundo todo são empresas especializadas que prestam serviços para que operadores aéreos e aeroportos possam se concentrar na atividade-fim. A contratação dessas empresas também permite uma redução importante de custos para companhias aéreas que, por meio da economia de escala, teriam que manter um time de colaboradores grande para atender um ou dois voos por dia, dependendo da localidade. Julio Ribas, diretor-presidente do Salvador Bahia Airport, aborda a importância do CRES e o reconhecimento do selo pela indústria do transporte aéreo e órgãos da aviação civil como um exemplo de regulação responsiva adotada pelo Brasil. “Estamos orgulhosos de fazer parte desse movimento de certificação e incentivar mais prestadores de serviços a aderirem ao mercado com um padrão mínimo. Com essa parceria, reforçamos nosso compromisso em oferecer uma experiência de alto nível para os passageiros e operadores no aeroporto de Salvador”, destaca. “O objetivo do selo de qualidade é ajudar operadores de aeroportos e companhias aéreas como referência na hora de contratar serviços de ground handling”, disse o presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel. Após a assinatura do acordo de parceria, os convidados terão a oportunidade de participar de um tour pela área de embarque do aeroporto para conhecer as estruturas modernizadas após a concessão para a VINCI Airports. Logo após, seguirão para observar de perto uma operação de ground handling de uma ESATA certificada. Saiba mais sobre o CRES O programa de certificação é composto por uma matriz com cinco dimensões: Regulatória, Financeira, Operacional, Pessoas e ESG (meio ambiente, social e governança corporativa). A certificação é realizada por uma empresa independente, a Praxian Research Center, com sede na avenida Paulista, em São Paulo. O objetivo é trazer benefícios para toda a cadeia aeronáutica. Hoje, as empresas de ground handling no Brasil respondem por 95% das operações em solo, desde a limpeza de aeronaves, com foco na sua desinfecção, transporte e atendimento de passageiros, tripulantes, bagagens, check-in, manuseio de carga, canal de inspeção – security – para embarque de passageiros, entre outras modalidades. A autorregulação, através do CRES, marca a maturidade do setor: “Há a preocupação por parte das empresas em não perderem a Certificação e isso se reverte em uma constante evolução na qualidade dos serviços prestados”, disse Thiago Gusmão, um dos gestores do CRES. As empresas que desejarem ser certificadas precisarão apresentar uma série de documentos que comprovem condições regulares de operação e uma estrutura saudável, garantindo a segurança de quem contrata, companhia aérea ou aeroporto, além de poder servir de referência para a fiscalização por parte dos órgãos governamentais. Os critérios de análise envolvem aspectos eliminatórios e outros classificatórios, totalizando uma soma máxima de 100 pontos.   Mais informações em cres.abesata.org Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Rede VOA assina acordo com Abesata para incentivar a contratação de empresas certificadas

Um ano depois do lançamento do CRES (Certificado de Regularidade das Empresas em Solo), a entidade passa a firmar acordos com aeroportos para a valorização das empresas certificadas na hora de contratar. Além da Rede Voa, serão firmados acordos com o Aeroporto de Salvador e com Viracopos A Rede Voa, concessionária de 16 aeroportos no Estado de São Paulo, e a Abesata (Associação Brasileira das Empresas Auxiliares de Transporte Aéreo) assinaram hoje (25.05) um acordo de parceria para a valorização das empresas de serviços em solo (ground handling) certificadas. O CRES (Certificado de Regularidade das Empresas em Solo) foi criado há um ano e tem 11 empresas certificadas com presença em mais de 60% dos aeroportos brasileiros. O segmento de ground handling é atendido basicamente por empresas especializadas que prestam serviços para companhia aérea, táxi aéreo, aviação executiva e aeroportos nos segmentos de transporte de passageiros, check-in, manuseio de carga aérea e bagagem, movimentação, limpeza e desinfecção de aeronaves, inspeção e segurança contra atos de terrorismo e outros. No mundo todo são empresas especializadas que prestam serviços que operadores aéreos e aeroportos possam se concentrar na atividade-fim. O uso dessas empresas também permite uma redução importante de custos para companhias aéreas que teriam que manter um time de colaboradores grande para atender um ou dois voos por dia, dependendo da localidade. Na oportunidade, Marcel Moure, CEO da Rede Voa, apresentou o projeto de investimentos nos 16 aeroportos da rede e falou aos diretores, CEOs e gerentes das empresas de serviços em solo sobre as necessidades de cada uma das unidades na área de ground handling. “Queremos que prestem serviços nos aeroportos por nós administrados empresas de alto padrão de qualidade, que possam garantir aos passageiros a melhor experiência em solo, por isso estamos trabalhando em parceria com a Abesata nesse movimento”, disse Moure. “O objetivo do selo de qualidade é ajudar operadores de aeródromos e companhias aéreas na hora de contratar serviços de ground handling, mas um ano depois nos surpreendemos com a resposta do mercado e dos órgãos reguladores. O CRES é um sucesso, usado como exemplo de regulação responsiva adotada pelo Brasil”, disse o presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel. Além da Rede Voa, um acordo semelhante será assinado com o Aeroporto de Salvador, administrado pela Vinci, e também com o Aeroporto de Viracopos, gerido pela ABV.   Saiba mais sobre o CRES O programa de certificação é composto por uma matriz com cinco dimensões: Regulatória, Financeira, Operacional, Pessoas e ESG (meio ambiente, social e governança corporativa). A certificação é realizada por uma empresa independente, a Praxian Research Center, com sede na avenida Paulista, em São Paulo. O objetivo é trazer benefícios para toda a cadeia aeronáutica. Hoje, as empresas de ground handling no Brasil respondem por 95% das operações em solo, desde a limpeza de aeronaves, com foco na sua desinfecção, transporte e atendimento de passageiros, tripulantes, bagagens, check-in, manuseio de carga, canal de inspeção – security – para embarque de passageiros, entre outras modalidades. A autorregulação, através do CRES, marca a maturidade do setor: “Há a preocupação por parte das empresas em não perderem a Certificação e isso se reverte em uma constante evolução na qualidade dos serviços prestados”, disse Thiago Gusmão, um dos gestores do processo do CRES. As empresas que desejarem ser certificadas precisarão apresentar uma série de documentos que comprovem condições regulares de operação e uma estrutura saudável, garantindo a segurança de quem contrata, companhia aérea ou aeroporto, além de poder servir de referência para a fiscalização por parte dos órgãos governamentais. Os critérios de análise envolvem aspectos eliminatórios e outros classificatórios, totalizando uma soma máxima de 100 pontos. Mais informações em cres.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Diretor da ANAC ministra aula inaugural em curso criado pela Abesata em parceria com Universidade Anhembi Morumbi

As aulas do programa Corporate Resource Management (CRM) – Ground Operations começaram nesta quarta (3.05) e um dos principais assuntos foi a chamada regulação responsiva, em outras palavras o compartilhamento da função regulatória com as empresas e entidades do setor Começou ontem (3.05) o Corporate Resource Management (CRM) – Ground Operations, um programa criado pela Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) em parceria com a Universidade Anhembi Morumbi,  com o objetivo de propiciar a melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados pelas empresas de serviços em solo. A aula inaugural contou com a presença do Major Brigadeiro Luiz Ricardo de Souza Nascimento, diretor da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Além de apresentar aos alunos um pouco da estrutura da aviação no Brasil,  o papel da ANAC, Luiz Ricardo tratou da questão da padronização dos serviços e entrou no CRES (Certificação de Regularidade das Empresas em Solo) para falar de regulação responsiva. Ele lembrou que a Anac utilizou o CRES na assembleia geral da ICAO, em Montreal, no final do ano passado, como um “case” de sucesso. “Regulação responsiva é um projeto prioritário dentro da ANAC, compartilhamento da função regulatória é fundamental para que possamos ter uma ação menos sancionatória, passando a atuar em parceria com as empresas e entidades no sentido de ajustar, educar e transformar o processo”, disse o diretor da ANAC. O Prof Alexandre Faro, coordenador do Curso de Aviação Civil da Universidade Anhembi Morumbi, também participou da aula inaugural, transmitida direto do auditório da Abesata, juntamente com o presidente da entidade, Ricardo Aparecido Miguel. O curso possui uma grade curricular que compreende 40 horas/aula exclusivamente para Ground Service Providers. A partir de 1° de julho de 2023, todas as empresas certificadas com o CRES (Certificação de Regularidade das Empresas em Solo) serão obrigadas a ter nos seus quadros facilitadores com formação em CRM – Ground Operations. Atualmente são 9 empresas que possuem o CRES em todo país e 65 aeroportos com empresas certificadas disponíveis para contratação. O Corporate Resource Management (CRM) – Ground Operations  será ministrado com aulas remotas síncronas, mais apresentação de estudos de caso, com exemplos práticos de serviços de Ground Handling, vídeos e discussão dos temas relacionados. O objetivo é conscientizar os alunos a respeito da utilização eficaz dos recursos, tanto humanos quanto de equipamentos, e ainda dar aos participantes noções de CRM para as tarefas quotidianas. Na grade do curso estão disciplinas como Desempenho Humano, Gerenciamento de Ameaças e Erros, Processos de Ground Handling, Normas e diretrizes de segurança operacional e de serviços de natureza de proteção, Tipos de cultura, Trabalho em equipe, dentre outros assuntos relacionados. Saiba mais sobre o CRES Lançado em junho do ano passado, o programa de qualidade já analisou e certificou empresas como Swissport, Dnata, Orbital, ProAir, RP, InSolo, Real Aviation, VIX e Tri-Star. O objetivo do selo de qualidade é ajudar operadores de aeroportos e companhias aéreas na hora de contratar serviços auxiliares de naturezas operacional e de proteção. O certificado CRES está disponível para qualquer empresa. O programa de certificação é composto por uma matriz com cinco dimensões: Regulatória, Financeira, Operacional, Pessoas e ESG (meio ambiente, social e governança corporativa). A certificação é realizada por uma empresa independente, a Praxian Research Center, com sede na avenida Paulista, em São Paulo. O objetivo é trazer benefícios para toda a cadeia aeronáutica. Hoje, as empresas especializadas de serviços em solo no Brasil respondem por 95% das operações, desde limpeza de aeronaves, com foco na sua desinfecção, transporte e atendimento de passageiros e tripulantes, check-in, manuseio de carga e bagagens, canal de inspeção – security – para embarque de passageiros, entre outras modalidades. As empresas que desejarem ser certificadas precisarão apresentar uma série de documentos que comprovem condições regulares de operação e uma estrutura saudável, garantindo a segurança de quem contrata, companhia aérea ou administração aeroportuária, além de poder servir de referência para a fiscalização por parte dos órgãos governamentais. Os critérios de análise envolvem aspectos eliminatórios e outros classificatórios, totalizando uma soma máxima de 100 pontos. Mais informações em cres.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Abesata cria programa exclusivo para capacitar empresas certificadas em parceria com Universidade Anhembi Morumbi

O programa Corporate Resource Management (CRM) – Ground Operations foi criado para garantir a utilização eficaz dos recursos – pessoas e equipamentos – durante a prestação de serviços de Ground Handling Com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços prestados pelas empresas de serviços em solo, a Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) criou, em parceria com a Universidade Anhembi Morumbi, um curso cuja grade curricular compreende 40 horas/aula exclusivamente para Ground Service Providers. A partir de 1° de julho de 2023, todas as empresas certificadas com o CRES (Certificação de Regularidade das Empresas em Solo) serão obrigadas a ter nos seus quadros facilitadores com formação em CRM – Ground Operations. Atualmente são 9 empresas que possuem o CRES em todo país e 65 aeroportos com empresas certificadas disponíveis para contratação. O Corporate Resource Management (CRM) – Ground Operations começa com a primeira turma no dia 3 de maio e será ministrado com aulas remotas síncronas, mais apresentação de estudos de caso, com exemplos práticos de serviços de Ground Handling, vídeos e discussão dos temas relacionados. O objetivo é conscientizar os alunos a respeito da utilização eficaz dos recursos, tanto humanos quanto de equipamentos, e ainda dar aos participantes noções de CRM para as tarefas quotidianas. Na grade do curso estão disciplinas como Desempenho Humano, Gerenciamento de Ameaças e Erros, CRM/RRM, Processos de Ground Handling, Normas e diretrizes de segurança operacional e de serviços de natureza de proteção, Tipos de cultura, Trabalho em equipe, dentre outros assuntos relacionados. “O setor de apoio em solo envolve esforços simultâneos com múltiplos agentes, e essa sinergia, em síntese, é o objetivo do CRM – Ground Operations”, disse o presidente da Abesata, Ricardo Miguel. Para ele, “é fundamental oferecer para as empresas certificadas, e até para aquelas que precisam avançar mais para conseguirem a certificação, programas de qualidade como este montado em parceria com a Universidade Anhembi Morumbi”. A universidade e outras entidades de ensino já são parceiras da associação, com projetos que aproximam a academia do mercado de trabalho, e oferta de cursos de graduação e pós-graduação com valores diferenciados aos associados. “Nesse sentido, para a Universidade Anhembi Morumbi este é um momento ímpar no qual além de trazer os profissionais do mercado de Ground Handling para dentro da academia, também os alunos, por intermédio de uma Unidade Curricular Dual, terão a oportunidade de conhecer o processo de certificação das empresas da Associação, por intermédio da realização de visitas técnicas e palestras, propiciando a aproximação da academia com o mercado, objetivo maior do Ecossistema Ânima de Educação”, acrescenta o Prof Alexandre Faro, coordenador do Curso de Aviação Civil da Universidade Anhembi Morumbi. Lançado em junho do ano passado, o programa de qualidade já analisou e certificou empresas como Swissport, Dnata, Orbital, ProAir, RP, InSolo, Real Aviation, VIX e Tri-Star. O objetivo do selo de qualidade é ajudar operadores de aeroportos e companhias aéreas na hora de contratar serviços auxiliares de naturezas operacional e de proteção. O certificado CRES está disponível para qualquer empresa. O programa de certificação é composto por uma matriz com cinco dimensões: Regulatória, Financeira, Operacional, Pessoas e ESG (meio ambiente, social e governança corporativa). A certificação é realizada por uma empresa independente, a Praxian Research Center, com sede na avenida Paulista, em São Paulo. O objetivo é trazer benefícios para toda a cadeia aeronáutica. Hoje, as empresas especializadas de serviços em solo no Brasil respondem por 95% das operações, desde limpeza de aeronaves, com foco na sua desinfecção, transporte e atendimento de passageiros e tripulantes, check-in, manuseio de carga e bagagens, canal de inspeção – security – para embarque de passageiros, entre outras modalidades. As empresas que desejarem ser certificadas precisarão apresentar uma série de documentos que comprovem condições regulares de operação e uma estrutura saudável, garantindo a segurança de quem contrata, companhia aérea ou administração aeroportuária, além de poder servir de referência para a fiscalização por parte dos órgãos governamentais. Os critérios de análise envolvem aspectos eliminatórios e outros classificatórios, totalizando uma soma máxima de 100 pontos. Mais informações em cres.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Aviação ganha força com aproximação das principais associações do setor e as Frentes Parlamentares da Aviação

Reunião da CNT (Confederação Nacional do Transporte) em Brasília com a presença do Ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, sacramentou essa proximidade. Estiveram presentes representantes das principais associações ligadas à aviação e oito parlamentares A aproximação entre as principais entidades da área de aviação e as Frentes Parlamentares de Portos e Aeroportos e em Defesa da Aviação Civil pode ser a saída para acelerar as demandas da indústria e do mercado. No começo da semana passada, uma reunião da Seção V da CNT – Transporte Aéreo de Cargas e de Passageiros da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em Brasília, com a presença do Ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, foi um passo fundamental para esse movimento. Estiveram presentes representantes da Abear (Associação Brasileiras das Empresas Aéreas), IATA (International Air Transport Association), Alta (Associação Latino-Americana de Aviação), Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral), ABR (Aeroportos do Brasil), Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo), Sindag (Sindicato Nacional da Aviação Agrícola) e SNETA (Sindicato Nacional das Empresas de Taxi Aéreo). Participaram ainda o presidente da ANAC, Juliano Noman, e oito parlamentares. Todos fizeram o uso da palavra. “Somos servidores públicos prontos para ajudá-los”, disse o Ministro Márcio França, referindo-se a todas as entidades presentes. “A frente parlamentar foi construída por mais de 200 deputados e nós estamos à disposição para atender os temas do setor, buscando viabilizar por exemplo a democratização do transporte aéreo”, complementou o deputado federal e presidente da Frente Parlamentar dos Portos e Aeroportos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB/SP). Com o objetivo de ampliar o diálogo entre o setor, o Governo Federal e o Congresso Nacional, a deputada federal Greyce Elias (Avante/MG) afirmou que é uma honra participar da Frente Parlamentar de Aviação, a convite da Abesata. Ela disse ainda que trabalha com a transversalidade do segmento com a área de serviços, em função dos serviços operacionais em solo, mas também com o agronegócio e o empreendedorismo, duas outras áreas em que a parlamentar também está envolvida. “Qualquer mudança de rumo tem o seu início. E o alinhamento de ideias visto no encontro da semana passada (07/03) me pareceu muito positivo e importante para a melhoria das condições da aviação no Brasil. E que, em contrapartida, as entidades precisam se movimentar, com apoio do Parlamento, para que os ajustes e mudanças necessários sejam promovidos e o acesso ao transporte aéreo seja amplo”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata.   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Programa de autorregulação do segmento de ground handling é apresentado para área de security

Certificado de Regularidade em Serviços Auxiliares ao Transporte Aéreo foi um dos temas da 11º Reunião da BASeT, promovida pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), nesta quarta-feira Na tarde desta quarta-feira (1º), a Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) participou da 11ª Reunião da BASeT (Brazilian Aviation Security Team), com a presença de Tárik de Souza e Luiz Gustavo Cavallari, ambos da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Na oportunidade, o presidente da entidade, Ricardo Aparecido Miguel, apresentou aos quase 50 membros presentes o CRES – Certificado de Regularidade em Serviços Auxiliares ao Transporte Aéreo, que foi lançado em junho do ano passado, em Brasília, e veio para trazer confiança às empresas aéreas e aos aeroportos na hora de contratação de serviços de Ground Operations. Miguel explicou os critérios para a certificação das empresas de serviços em solo, os chamados ground service providers, e a conexão da qualidade dos serviços de natureza de proteção, em especial quanto à prevenção de atos de terrorismo. “Haja vista a ampla divulgação do projeto e as portas abertas para qualquer entidade se certificar, agora a indústria do transporte aéreo deve passar a ter cautela com empresas que não possua o CRES”, complementou Miguel. Para Klaus Brum, presidente do BASeT, apresentar o programa de autorregulação no mais importante grupo de security é um passo fundamental para o sucesso do projeto e considerou que o banco de dados disponível no site é uma importante ferramenta para todo planejamento de companhias aéreas e aeroportos. Atualmente, 65 aeroportos em todo Brasil oferecem a possibilidade de contratar empresas certificadas pelo CRES. O encontro desta quarta-feira foi marcado pela definição dos novos subgrupos do BASeT no Ciclo 2023-2024 em favor da segurança da Aviação Civil (AVSEC). Essa foi a primeira reunião do ano do BASeT e a décima primeira desde que o grupo foi constituído. Claudio Terry, da ALTA (Associação Latinoamericana de Transporte Aéreo), parabenizou a Abesata pela implementação do projeto e congratulou as entidades e seus representantes pela decisão de investir continuamente na segurança AvSec das operações aéreas. “Estamos cada vez mais contentes com a repercussão do programa de certificação e a adesão dos mais variados segmentos à proposta. Fechamos hoje um ciclo de palestras para representantes de todas as administrações aeroportuárias e operadores aéreos no país. Todos facilmente percebem que uma empresa de suporte em solo certificada, legalizada e preparada é fundamental para garantir a segurança jurídica e operacional de todos os elos da aviação civil”, disse o presidente da Abesata.   Mais informações em cres.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Mais três empresas de serviços de ground handling são certificadas e agora já são nove

Real Aviation, Tri-Star e VIX são as três novas empresas certificadas pelo CRES (Certificação de Regularidade das Empresas em Solo). Com isso, em todo Brasil já são 65 aeroportos com empresas certificadas à disposição para administradores aeroportuários e companhias aéreas contratarem A Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) concedeu o CRES (Certificado de Regularidade das Empresas em Solo) para mais três empresas do segmento, Tri-Star, Real Aviation e VIX. Lançado em junho do ano passado, o programa de qualidade já analisou e certificou empresas como dnata, Orbital, Swissport, ProAir, RP e InSolo. O objetivo do selo de qualidade é ajudar operadores de aeroportos e companhias aéreas na hora de contratar serviços de ground handling. “Acreditamos que os operadores tenham incentivos suficientes para não serem descuidados com os serviços que contratam de forma a não terem sua operação comprometida”, disse Giovano Palma, Superintendente de Infraestrutura a Aeroportuária da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Para ele, a autorregulação do setor de ground handling tem o potencial para ser um parâmetro de referência ao mercado, e que poderá ser um importante selo diferencial de qualidade para o setor. O programa de certificação é composto por uma matriz com cinco dimensões: Regulatória, Financeira, Operacional, Pessoas e ESG (meio ambiente, social e governança corporativa). A certificação é realizada por uma empresa independente, a Praxian Research Center, com sede na avenida Paulista, em São Paulo. O objetivo é trazer benefícios para toda a cadeia aeronáutica. Hoje, as empresas de ground handling no Brasil respondem por 95% das operações em solo, desde limpeza de aeronaves, com foco na sua desinfecção, transporte e atendimento de passageiros, tripulantes, bagagens, check-in, manuseio de carga, canal de inspeção – security – para embarque de passageiros, entre outras modalidades. A autorregulação, através do CRES, marca a maturidade do setor: “Há a preocupação por parte das empresas em não perderem a Certificação é isso se reverte em uma constante evolução na qualidade dos serviços prestados”, disse Ricardo Miguel, presidente da ABESATA. As empresas que desejarem ser certificadas precisarão apresentar uma série de documentos que comprovem condições regulares de operação e uma estrutura saudável, garantindo a segurança de quem contrata, companhia aérea ou aeroporto, além de poder servir de referência para a fiscalização por parte dos órgãos governamentais. Os critérios de análise envolvem aspectos eliminatórios e outros classificatórios, totalizando uma soma máxima de 100 pontos.   Mais informações em cres.abesata.org Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Abesata apoia novo projeto da IATA sobre diversidade e inclusão

O projeto 25 by 2025 visa estabelecer compromisso para levar as métricas de diversidade e inclusão na indústria a um mínimo de 25% até 2025 com a maior participação das mulheres A Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) declarou essa semana apoio integral ao novo projeto da IATA (International Air Transport Association), 25by2025. O programa global tem o intuito de estabelecer um compromisso do transporte aéreo para mudar as principais métricas de diversidade e inclusão em 25%, ou um mínimo de 25%, até 2025. “A ideia é apoiar o transporte aéreo e aumentar a representatividade feminina no corpo diretivo das empresas associadas e em posições predominantemente masculinas, como por exemplo oficina de manutenção dos (GSEs) ground support equipments entre outros setores, apesar de as medições apontarem para um percentual de 37% de mulheres no Ground Handling no Brasil”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata. Atualmente, em todo o Brasil são cerca de 38 mil trabalhadores nas empresas de serviços em solo. Desse total, cerca de 14 mil são mulheres. O projeto conta com o apoio de dezenas de empresas e entidades do setor aéreo, entre elas a Abesata que vai não apenas dar publicidade à campanha, como também estimular os associados a aderirem à campanha. “Queremos envolver nossos associados e as empresas já certificadas com o CRES, uma vez que o ESG (Environmental, Social and Governance) está no escopo de análise para concessão do certificado”, disse Miguel. Segunda a IATA, por meio do apoio a esse projeto, a indústria do transporte aéreo se compromete a aumentar o número de mulheres em cargos de liderança e em áreas sub-representadas e aumentar as nomeações femininas para cargos de governança da IATA para um mínimo de 25%. Um dos comprometimentos também é o envio de relatórios anuais sobre as métricas de diversidade. Para conhecer melhor o projeto, basta acessar IATA – 25by2025 – Advancing Gender Balance by 2025   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

ABESATA apresenta programa de autorregulação durante evento da ALTA na Argentina

No domingo passado, os participantes da reunião com as associações do transporte aéreo da América-Latina puderam conhecer mais sobre o CRES, que já tem 7 empresas certificadas A Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços em Auxiliares do Transporte Aéreo) apresentou neste domingo, em Buenos Aires, na Argentina, o programa de autorregulação do segmento de ground handling lançado em junho no Brasil. O presidente da entidade, Ricardo Aparecido Miguel, e o diretor da Praxian, empresa que desenvolveu o programa e emite as certificações, Daniel Britto, falaram na parte da manhã aos participantes da Alta AGM & Airlines Leaders Fórum. O evento terminou nesta terça com as palavras do diretor executivo e CEO da ALTA, José Ricardo Botelho. “Foi muito importante mostrar ao mercado Latinoamericano o caminho que encontramos no Brasil para garantir aos tomadores de serviços em solo segurança maior é uma referência na hora de contratar. O desafio da autorregulação é justamente melhorar a qualidade dos serviços prestados no mercado e aumentar a segurança operacional”, disse Ricardo Miguel da Abesata. Até o momento sete empresas de ground handling já estão certificadas e outras três estão em processo de certificação. Temos no Brasil 37 aeroportos que possuem provedores de handling certificados, tanto na modalidade de proteção quanto operacional. O CRES (Certificado de Regularidade das Empresas de Serviços em Solo) foi apresentado recentemente na Assembleia Geral da Organização de Aviação Civil Internacional – ICAO, em Montreal, que se reúne uma vez a cada 3 anos. O evento terminou no último dia 7 e a ANAC Brasil encaminhou onze working papers para conhecimento da referida Assembleia e um deles trata especificamente do caso vivenciado no Brasil: o CRES. Os 193 Estados membros da ICAO e diversas entidades internacionais são convidadas para a Assembleia, que estabelece a política mundial da Organização para o próximo triênio. Mais informações em www.abesata.org ou cres.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

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