ABAG se une a outras entidades em manifesto do setor aéreo contra o aumento de carga tributária

Proposta do relator ao PL 2337/21 aumenta a carga tributária para o setor aéreo, com forte impacto na recuperação da aviação civil, impactando custos da produção de alimentos, na cadeia do turismo e de diversas outras atividades que dependam do transporte aéreo para a logística de matérias-primas e produtos acabados A ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), em conjunto com diversas outras entidades, lançou ontem (09/08) um manifesto contra o aumento de carga tributária para o setor aéreo. O MANIFESTO DO SETOR AÉREO QUANTO À REFORMA DO IMPOSTO SOBRE A RENDA – PL 2.337/2021 foi assinado pela Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (ALTA), a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais no Brasil (JURCAIB), a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares ao Transporte Aéreo (ABESATA), o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), o Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo (SNETA) e o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (SINDAG). Na visão do diretor da ABAG, Flávio Pires, o relatório apresentado ao Projeto de Lei 2337/21, ameaça a capacidade de retomada do setor a partir de 2022, frente ao aumento de carga tributária gerado pela revogação de regimes fiscais que há mais de 30 anos alinham o Brasil ao cenário internacional, abrangendo a importação de aeronaves e de partes e peças sem similar nacional, essenciais para a manutenção periódica das frotas utilizadas no transporte aéreo. O fim da isenção de PIS/Cofins poderá gerar um custo adicional de aproximadamente R$ 5 bilhões por ano, considerando a aviação geral e empresas regulares de transporte de passageiros. “A majoração desses tributos causará forte impacto para o setor aéreo, principalmente neste estágio de fragilidade da aviação civil causado pela pandemia do COVID-19 e pela supervalorização do dólar, lembrando que mais de 50% dos custos das operações aéreas são dolarizados. Tudo isso junto ao mesmo tempo é desproporcional para uma atividade econômica dessa importância” , afirma Pires. Todas as entidades signatárias do manifesto reiteraram o apoio à reforma tributária, cujo objetivo deve ser a simplificação do complexo e custoso sistema tributário do Brasil, gerando benefícios positivos a todos os setores econômicos. Pires destacou mais uma vez que é necessário garantir um amplo processo de discussão, que não aconteceu até o momento, com ordem, previsibilidade e transparência para que todos possam contribuir igualitariamente. “Temos que levar em conta a realidade financeira atual de cada setor e uma transição equilibrada no ajuste dos tributos para permitir a sobrevivência das empresas! Temos que buscar a diminuição da carga tributária e não voar na direção oposta.” O manifesto na íntegra pode ser conferido em Manifesto setor aéreo PL 2337-2021 (IR).pdf Mais informações em www.abag.org.br Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br
Investidores precisam ter cautela ao tomar uma decisão com base nas mudanças da Reforma Tributária

Estrategista financeiro reitera que alguns pontos podem ser alterados na proposta inicial do governo, por isso, os investidores devem tomar cuidado para não tomar decisões precipitadas neste momento. Sem contar que haverá tempo de adaptação até vigorarem as novas regras ??A Reforma Tributária pegou alguns investidores de surpresa, colocando em dúvida as decisões financeiras neste momento de incertezas. O estrategista financeiro Francisco Levy acredita ser prematuro tomar decisões de investimento com base na proposta inicial do governo, que está em discussão no Congresso Nacional, já que muitos pontos podem ser alterados. Na proposta da Reforma Tributária, o ganho de capital na renda variável terá uma alíquota de 15%, e a apuração do imposto passa a ser trimestral, e não mais mensal, enquanto que os dividendos terão uma alíquota de 20%. As operações em mercados à vista, aquelas em que as negociações são realizadas e liquidadas à vista, e o Day Trade terão uma alíquota de 15%. Já os instrumentos de renda fixa, como Tesouro Direto, Letras Financeiras, Certificado de Depósito Bancário – CDB, Certificado de Recebíveis Imobiliários – CRI e debêntures, serão tributados em 15%, independente do prazo. Já para os fundos imobiliários, a Reforma propõe o fim da isenção na distribuição de rendimento e mantém a incidência de tributação sobre a amortização e alienação de cotas. Aparentemente já existe uma pressão para que seja eliminada a tributação sobre a distribuição e rumores indicam que o governo tende a aceitar. Os fundos abertos, quando os cotistas podem solicitar o resgate de suas cotas a qualquer momento, sofrerão 15% de tributação sobre seus rendimentos considerados distribuídos, ou seja, extingue-se a tabela regressiva. Outra mudança é o fim de come-cotas em maio para fundos abertos, mantendo apenas o de novembro. Já os fundos fechados, quando as cotas somente são resgatadas ao término do prazo de duração do fundo, também terão uma tributação de 15% e mantêm as mesmas regras para os come-cotas O especialista alerta aos investidores para que se mantenham atualizados quanto às discussões e as evoluções das mudanças na tributação e sugere cautela e evitar precipitações nas suas decisões, pois muita coisa pode ser ainda negociada. E reforça a existência do princípio tributário da anualidade, o que permite ao investidor um tempo para observar a evolução das negociações entre o Governo e o Legislativo. “Diante das mudanças apresentadas pelo governo, os investidores precisam aguardar o Congresso e manter a calma para tomar a melhor decisão tempestivamentel”, comenta Levy. Francisco José Levy é especialista em planejamento financeiro e diretor da Allea WM. Tem mais de 25 anos de experiência em investimentos através de funções executivas em Bancos e Assets, atuando em tesourarias, gestoras e private/wealth management. Recentemente fundou a Allea WM para colocar a experiência adquirida à disposição de famílias e clientes que buscam soluções patrimoniais, de planejamento financeiro ou de investimentos de maneira isenta e profissional. Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br
Preocupada com o impacto sobre o setor aéreo, ABESATA se une a outras entidades para alertar as autoridades públicas sobre tópicos da reforma tributária que trarão graves impactos ao transporte aéreo

O aumento de carga tributária defendido na proposta do relator ao Projeto de Lei 2337/21 terá forte impacto na recuperação da malha aérea e toda sua cadeia produtiva. No ground handling, deverá ameaçar o emprego de milhares de trabalhadores A ABESATA (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo), em conjunto com diversas outras entidades, lançou ontem (09/08) um alerta contra o aumento de carga tributária para a aviação civil. O MANIFESTO DO SETOR AÉREO QUANTO À REFORMA DO IMPOSTO SOBRE A RENDA – PL 2.337/2021 foi assinado pela Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (ALTA), a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais no Brasil (JURCAIB), a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), a Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG), o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), o Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo (SNETA) e o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (SINDAG). “Estamos muito preocupados com os danos que o aumento de carga tributária possam trazer para a cadeia como um todo. O segmento de serviços em solo, intensivo de mão de obra, depende diretamente da performance da aviação, se o setor é prejudicado, somos todos prejudicados e muitos trabalhadores podem perder os empregos”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da ABESATA. O relatório apresentado ao Projeto de Lei 2337/21, ameaça a capacidade de retomada do setor a partir de 2022, frente ao aumento de carga tributária gerado pela revogação de regimes fiscais que hoje alinham o Brasil ao cenário internacional, abrangendo a importação de aeronaves e de partes e peças sem similar nacional, essenciais para a manutenção periódica das frotas utilizadas no transporte aéreo. “O duro impacto viria em um momento que o setor começa a se recuperar, depois de uma das maiores crises da história, em que o transporte aéreo figura como um dos segmentos mais atingidos pela pandemia do Covid-19.” Miguel reforçou que as entidades não são contra a Reforma Tributária em si, mas é preciso garantir um processo de discussão e, acima de tudo, ouvir o setor. “Temos que entender que a aviação de qualquer país sempre terá uma forte ligação com o transporte aéreo global e as cargas tributárias devem seguir um padrão internacional. É isso que as entidades querem, ser ouvidas e mostrar para a sociedade os impactos que a proposta terá, se for aprovada.” O manifesto na íntegra pode ser conferido em Manifesto setor aéreo PL 2337-2021 (IR).pdf Mais informações em www.abesata.org Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br
Viaje para o Litoral Norte de São Paulo com preços especiais em setembro

Rede Beach Hotéis oferece pacotes de sexta a domingo, a partir de R$ 1.493 o casal durante o mês de setembro, com café da manhã incluído Para quem deseja viajar para as praias mais procuradas do Litoral Norte de São Paulo pagando um bom preço, a oportunidade é agora. Durante a baixa temporada, a Rede Beach Hotéis está com tarifas especiais, e em setembro, os pacotes de duas diárias, de sexta a domingo, custam a partir de R$ 1.493 o casal, sempre com café da manhã incluído. Exceto feriados. Os hotéis da rede são pé na areia e ficam situados nas praias de Maresias, Camburi e Juqueí, na cidade de São Sebastião (SP). Todas as unidades seguem os protocolos rígidos recomendados pelas autoridades de saúde para evitar a contaminação por Coronavírus. Confira abaixo os pacotes: Beach Hotel Juquehy – Juquehy – São Sebastião (SP) – Os pacotes de sexta a domingo variam a partir de R$ 2.328 para casais com café da manhã incluído. O hotel conta com um ambiente sofisticado, com 55 apartamentos, sendo alguns deles com vista para o mar (categoria Star). Todos são equipados com tv por assinatura, cofre, secador de cabelo, ar condicionado e ventilador. Na área externa, tem piscina climatizada, salão de jogos, brinquedoteca, bar e restaurante próprio, além de copinha 24 horas. Para mais informações e reservas, (12) 3500-0730 ou direto no site da rede em www.beachhoteis.com.br Beach Hotel Cambury – Cambury – São Sebastião (SP) – Na praia de Cambury, o hotel oferece pacotes de sexta a domingo, a partir de R$ 1.493 o casal com café da manhã incluído. Com um ambiente caiçara, o hotel possui 41 apartamentos divididos em nove categorias, incluindo as suítes mais procuradas da rede (Exclusive e Excellence) e apartamentos familiares. As acomodações são equipadas com ar condicionado, ventilador de teto, tv, secador de cabelo, cofre e ducha com aquecimento central. Na parte de lazer, piscina externa climatizada e piscina interna coberta e aquecida, brinquedoteca, copinha do bebê e restaurante. Para mais informações e reservas, (12) 3500 1850 ou direto no site da rede em www.beachhoteis.com.br Beach Hotel Sunset – Cambury – São Sebastião (SP) – Outra opção na praia de Cambury, o Sunset tem pacotes de sexta a domingo, a partir de R$ 2.328 para casais com café da manhã incluído. O hotel conta com 62 apartamentos equipados com duas camas de casal, TV por assinatura, frigobar, armário com cofre, secador de cabelos e ar condicionado. Também oferece playground ao ar livre e brinquedoteca. Na piscina, um brinquedão com cascata e toboágua faz a alegria da criançada. Os pais também encontram algumas facilidades, como a copinha do bebê ideal para o preparo de mamadeiras e lanches. O hotel também possui estacionamento privativo subterrâneo. Para mais informações e reservas, (12) 3500 2149 ou direto no site da rede em www.beachhoteis.com.br Beach Hotel Maresias – Maresias – São Sebastião (SP) – Os pacotes de sexta a domingo variam a partir de R$ 1.597 para casais com café da manhã incluído. O hotel possui 114 apartamentos amplos de 20 a 45 m² de área e divididos em cinco categorias, e a maioria tem vista para a praia. As acomodações oferecem ar condicionado, TV por assinatura, cofre, ducha com aquecimento central e secador de cabelos. Na parte de lazer, o Beach Maresias oferece piscinas, salão de jogos, playground e restaurante. Também há uma copinha 24 horas e dois estacionamentos privativos. Para mais informações e reservas, ligue (12) 3500 2143 ou acesse o site da rede em www.beachhoteis.com.br Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br
Efeito manada, falta de conhecimento e de experiência estão entre os principais erros dos investidores

A decisão de investir vai muito além de uma aplicação de recursos para produzir uma decisão racional, buscando otimizar a relação entre o risco e o retorno. Muitas das decisões são tomadas por reações de cunho emocional. Essa escolha pode ser explicada pelas finanças comportamentais ou Behavioral Finance, linha de pesquisa que tenta compreender a influência de vieses cognitivos, sociais e emocionais nas decisões de investimentos. Trata-se de um ramo de estudo que associa a psicologia à economia, para entender como as pessoas cuidam do dinheiro. Apesar da teoria de finanças clássica tratar o investidor a partir de um pressuposto de racionalidade, não é assim que acontece na prática. “Muitos investidores tomam decisões equivocadas, que são influenciadas por fatores como o efeito manada, falta de conhecimento ou de experiência e até mesmo pelo fato de não estarem preparados para lidar com perdas e erros”, disse Francisco Levy, estrategista financeiro e especialista em gestão de ativos há mais de 30 anos. Para o especialista, um dos principais erros comportamentais dos investidores é o excesso de confiança. É preciso ter os pés no chão e entender que risco e retorno caminham juntos. O excesso de confiança é um fator que leva à negligência do risco e à falsa percepção de previsibilidade e de domínio sobre o futuro do retorno e, principalmente, do risco associado. E, por falar em risco, a falta de conhecimento e de experiência também leva o investidor a ter uma falsa percepção do risco que corre em relação ao retorno que espera em uma aplicação financeira. “Muitos investidores são facilmente induzidos a entrar em determinadas apostas quando o investimento é contextualizado de maneira a aparentar um risco menor do que o que existe de fato”, disse Levy. O estrategista financeiro ressalta a importância de aproveitar sistematicamente as pequenas distorções nessa relação risco/retorno para realizar ganhos consistentes a longo prazo. Outro comportamento equivocado dos investidores é não aceitar as perdas. A tendência do investidor é, em ambientes favoráveis, satisfazer-se com os lucros, mesmo que modestos. Entretanto, quando os prejuízos acontecem, a tolerância em segurar posições é muito grande. Isso traz uma assimetria entre as intensidades de lucros e prejuízos. Meir Statman, um dos maiores nomes em Finanças Comportamentais, diz que: “É preciso estar preparado para lidar com perdas e erros. Saber a hora de entrar e sair é crucial”. Ter humildade em conviver com erros e acertos de forma e acreditar que a análise e a dedicação irão trazer retornos consistentes não porque se acerta quase sempre e sim porque a escolha de boas relações de risco e retorno tendem a dar resultados médios superiores. Por fim, um dos maiores fenômenos no ramo de investimentos é o efeito manada, um comportamento em massa do mercado. “Com o ambiente de negócios favorável e a economia apresentando sinais de melhora, os investidores começam a comprar na alta e, na situação inversa, vender na baixa, influenciados por noticiários sem ponderar o quanto eles já afetaram o preço”, disse Levy. Francisco José Levy é especialista em planejamento financeiro e diretor da Allea WM. Tem mais de 25 anos de experiência em investimentos através de funções executivas em Bancos e Assets, atuando em tesourarias, gestoras e private/wealth management. Recentemente fundou a Allea WM para colocar a experiência adquirida à disposição de famílias e clientes que buscam soluções patrimoniais, de planejamento financeiro ou de investimentos de maneira isenta e profissional. Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br
Evento online reúne especialistas para debater os desafios do combate à corrupção

Advogado Cristiano Zanin Martins e procurador de justiça Roberto Livianu são os convidados do webinar; participantes ganharão certificado de quatro horas Na próxima sexta-feira, dia 6 de agosto, das 19h às 22h, acontece o evento online e gratuito “Diálogo Sobre os Desafios do Combate à Corrupção”. O debate contará com a participação especial de Cristiano Zanin Martins, advogado e especialista em litígios decisivos e Lawfare, e Roberto Livianu, procurador de justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo. O evento é realizado pela FESMIP-PB (Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado da Paraíba) e será transmitido ao vivo pela TV MASTER, com apresentação de Markus Norat e Hamilton Calazans, e mediação de Alex Filho. Para acompanhar o evento online, basta acessar o site e realizar a inscrição gratuitamente https://www.even3.com.br/ddcac2021/ Os participantes terão certificado de quatro horas, que será enviado para o e-mail cadastrado na plataforma. O link para acessar o evento também será enviado horas antes para o mesmo endereço. Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br
Na volta às aulas presenciais, estudo complementar ajuda crianças a recuperarem o tempo perdido com a pandemia
Pais e mães recorrem às aulas complementares de Matemática, Língua Portuguesa e Redação. No lugar da professora particular do passado, sistemas que usam a tecnologia com vídeos atraentes e tutores em tempo real para ajudar a criançada no aproveitamento escolar Em quase todo o país, as crianças estão voltando para a sala de aula de maneira presencial depois de meses em ensino remoto ou modelos híbridos. O Brasil é um dos países do mundo em que houve mais perda de dias letivos para as crianças, e os danos para a aprendizagem são enormes. Pais e mães, preocupados com o aproveitamento dos filhos na escola, estão investindo em programas de estudo complementar para reforçar os conteúdos de Língua Portuguesa, Matemática e Redação. A antiga professora particular deu lugar a programas de estudo complementar desenvolvidos sob medida para estudantes dos dois ciclos do Ensino Fundamental. Com autonomia e a orientação de um tutor, a criança estuda os conteúdos básicos das disciplinas, em paralelo ao que está sendo dado em sala de aula, o que ajuda a recuperar e fixar conceitos e melhorar a performance na escola. Na Academia Klug, por exemplo, os programas de estudo complementar são oferecidos apenas virtualmente, por enquanto, e podem ser feitos duas, quatro ou mais vezes por semana. Com a ajuda de vídeos curtos e bastante dinâmicos, as crianças assistem ao conteúdo e depois partem para a prática, com exercícios para testar o que aprenderam. Um tutor online interage com elas o tempo todo para tirar dúvidas, motivá-las e corrigir as atividades. Não se trata de aula gravada, mas em tempo real. “O programa de estudo complementar não serve apenas para o aluno que está com dificuldades, mas para todos aqueles que perderam um pouco do ritmo de estudos com a pandemia”, explica Luciane Clausen, gerente de conteúdo. A criança fica mais confiante com as aulas da Klug e passa ter uma performance melhor nas atividades da escola. Para os pais, o estudo complementar oferecido pela Klug é uma forma de garantir que as crianças estão sendo acompanhadas, quando eles estão com pouco tempo para fazer isso. Os tutores da Klug informam aos pais como os filhos estão se saindo nas aulas e os avanços obtidos. “Com o método da Klug, estimulamos o raciocínio lógico, a autonomia e a argumentação. O objetivo é aumentar a capacidade de analisar e resolver problemas, interpretar e escrever textos, compreender novos conteúdos e reter informações”, disse Luciane. A Academia Klug foi criada pela Editora Fundamento, com larga experiência em conteúdos para crianças e jovens, e oferece estudo complementar do 1O ao 9O ano, com vídeos adequados a cada faixa etária e professores escolhidos a dedo, justamente para que o aluno se conecte facilmente. Os pais podem fazer aulas experimentais gratuitamente para conhecer o método e, se gostarem, optar por programas de uma matéria, com duas aulas de uma hora por semana, duas ou três matérias, com até seis aulas semanais, sempre em dias e horários fixos. O programa de uma matéria sai por R$ 250 mensais e o de duas matérias, R$ 295. Saiba mais sobre a Academia Klug A Academia Klug é uma nova proposta de estudo complementar para crianças e jovens, que alia material didático moderno e eficaz com tecnologia e auxílio de tutores online. A Klug oferece cursos de Matemática, de Língua Portuguesa (com Interpretação) e de Redação para os dois ciclos do Ensino Fundamental. A Academia Klug é uma iniciativa da Editora Fundamento, líder na publicação de livros infantojuvenis no Brasil desde 2003. Como um processo natural de sua larga experiência com o público infantojuvenil, a Editora Fundamento selecionou, na comunidade acadêmica de países que são líderes mundiais no ensino, o que há de melhor e mais moderno em termos de material didático. Com base nessas comprovadas metodologias de aprendizagem, criou a Academia Klug, que traz uma nova abordagem para o desenvolvimento curricular de jovens alunos. Mais informações em www.academiaklug.com.br Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br
Número de voos em alta pelo terceiro mês consecutivo faz segmento de ground handling dar início à contratação de pessoal

Para o presidente da Abesata, no próximo mês o setor já vai chegar a 86% do contingente de trabalhadores pré-pandemia. Em agosto de 2019, o handling empregava 46 mil trabalhadores e precisou demitir um terço com a crise sanitária O avanço da vacinação contra Covid-19 em todo o país está estimulando a volta da aviação doméstica em ritmo mais acelerado do que o previsto inicialmente. Em julho, tivemos o terceiro mês de aumento na oferta de voos domésticos, chegando a 68% da oferta pré-pandemia. Com isso, setores como o de serviços em solo já estão contratando profissionais para atendimento dos voos, dando prioridade aos que estavam temporariamente afastados. “Para nós, o ponto de virada da crise foi o começo da vacinação dos profissionais que trabalham com a aviação, iniciada em maio. De lá para cá temos visto a indústria se recuperar gradativamente e acreditamos que voltará aos níveis pré-pandemia antes do esperado”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo). A previsão inicial era chegar a 70% da oferta apenas em setembro. Com isso, as contratações de mão de obra por parte das empresas de serviços em solo tiveram que ser antecipadas. O setor, que contava com o contingente de 46 mil profissionais antes da pandemia, precisou demitir um terço do pessoal, diante da queda no número de voos atendidos. “O segmento de ground handling é intensivo de mão de obra e foi duramente penalizado pela crise sanitária, pois, além da redução drástica dos voos, as empresas tiveram enorme dificuldade em receber os valores devidos pelos serviços já prestados, aliado ao fato da dificuldade de conseguir empréstimos bancários, diante das exigências dos agentes financeiros que não quiseram compartilhar os riscos”, disse Miguel. Segundo dados da própria ABEAR, a expectativa das empresas aéreas domésticas é atingir em agosto deste ano 70% da malha aérea vivenciada em agosto de 2019. Quanto à evolução da retomada dos voos e em particular os reflexos na mão de obra das empresas de serviços em solo, segundo a ABESATA, o planejado para agosto de 2021 é chegar a 86% do contingente pré-pandemia (referência agosto de 2019). Há que se considerar alguns movimentos importantes dos últimos meses para a diferença dos números entre a ABEAR e a ABESATA e que impactam na análise dos indicadores: o surgimento de novos hubs pelo Brasil, com maior concentração de voos, buscando maior conectividade e causando aumento de eficiência para o operador aéreo e menor sinergia de pessoal de solo, a recente transferência dos serviços auxiliares de grande parte das bases da Latam para empresas especializadas de apoio em solo, bem como o surgimento de algumas novas companhias aéreas que já nasceram com o formato de utilizarem as empresas de ground handling nas suas operações aéreas. “O segmento ficou bastante unido com a inclusão dos trabalhadores das administrações aeroportuárias e das empresas de ground handling na vacinação prioritária. O que só aconteceu graças a um esforço conjunto de algumas associações e sindicatos do setor, que solicitaram a alteração da expressão “funcionários das companhias aéreas nacionais” para “funcionários de companhias aéreas, aeroportos e empresas de serviços auxiliares do transporte aéreo” no texto de definição do grupo prioritário”, explicou Miguel. Mais informações em www.abesata.org Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br
Porto Seco de Uruguaiana registra aumento de 37,1% no fluxo de veículos no primeiro semestre

Crescimento foi impulsionado pela exportação de carros, bobinas de aço e vinhos, oriundos do Chile; Uruguaiana é o segundo maior porto seco de fronteira da América Latina O Porto Seco de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, administrado pela Multilog, registrou um crescimento de 37,1% no volume de caminhões no primeiro semestre de 2021 em comparação ao mesmo período do ano passado. No acumulado dos seis primeiros meses deste ano, o fluxo foi de 70.013 veículos, enquanto que no primeiro semestre do ano anterior, 51.050 caminhões passaram pela estação aduaneira. O crescimento foi puxado pela exportação de carros, que está em alta, assim como de bobinas de aço e de vinhos, oriundos do Chile. Uruguaiana é o maior porto seco de fronteira da América Latina. O Porto Seco foi movimentado pelo alto volume de exportações, com 49.748 caminhões passando pela fronteira no primeiro semestre de 2021, ante o volume de 36.499 veículos no mesmo período do ano passado. Os números representam um crescimento de 36,6%. Já na parte de importações, os resultados também foram positivos no primeiro semestre, com uma alta de 39,3% em comparação aos seis primeiros meses de 2020. Neste período, 20.265 veículos passaram pelo Porto Seco de Uruguaiana para importação de mercadorias. Já no mesmo período do ano passado, o volume foi de 14.551 caminhões. “O movimento nas fronteiras que ligam o Brasil aos demais países do Cone Sul foi muito bom no primeiro semestre do ano. O que vemos agora, a rigor, não é crescimento ainda, mas uma retomada bastante importante, e ela se dá em todas as fronteiras que operamos”, disse Paulo Luis Borges da Rosa, Coordenador de Operações de Uruguaiana. O executivo destaca que a economia está retomando pouco a pouco depois de um ano e meio muito duro por causa da pandemia e sinaliza um otimismo para o segundo semestre. “Sabemos que outros fatores podem impactar o tráfego nas fronteiras, como a alta do dólar, mas o segundo semestre tradicionalmente também é melhor que o primeiro. Seguimos otimistas e preparados para a elevação da demanda”, conclui. Saiba mais sobre a Multilog A Multilog é um operador logístico com mais de 20 anos de mercado, possuindo forte presença no Sul e Sudeste. Possui estrutura e inteligência para desenvolver soluções completas e diversificadas para operações alfandegadas, centros de distribuição e transportes, além de possuir grande expertise nos segmentos químico, de saúde, bens de consumo, automotivo e industrial. A Multilog conta com 20 unidades de negócio, em quatro diferentes estados (São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), e 1,5 milhão de metros quadrados de área alfandegada. Ao todo, são mais de 1,5 mil colaboradores e premiações como Top Of Mind, Prêmio Sindusfarma de Qualidade, ISO 9001:2015, Certificação OEA, empresa brasileira de logística número um no ranking Great Place to Work (Melhores Empresas para Trabalhar) 2020, entre outras. Mais informações em www.multilog.com.br Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br
Portos secos de fronteiras gerenciados pela Multilog registram alta no volume de tráfego no primeiro semestre

O aumento do tráfego nos portos secos foi impulsionado pelas atividades nas fronteiras que ligam o Brasil aos demais países do Cone Sul, chegando a 63% de crescimento; Em Foz do Iguaçu, o aumento de 41,8% foi puxado pelas exportações para o Paraguai A Multilog fechou o primeiro semestre de 2021 com um saldo positivo de volume de caminhões nos portos secos administrados pela empresa em Foz do Iguaçu, Jaguarão, Santana do Livramento e Uruguaiana. O crescimento foi impulsionado pela recuperação das atividades nas fronteiras que ligam o Brasil aos demais países do Cone Sul. No Porto Seco de Foz do Iguaçu, com o maior fluxo da América Latina, houve um aumento de 41,8% de fluxo de veículos nos primeiros seis meses deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a junho de 2021, saíram do Porto Seco de Foz do Iguaçu 98.509 veículos, enquanto que no primeiro semestre de 2020, o total foi de 69.452. “As exportações para o Paraguai estão em alta, em especial, cimento, para atender a uma série de grandes obras naquele país, fertilizantes e maquinário também estão sendo levados para o agronegócio. Com isso, em seguida, esperamos um movimento grande de importação, com o escoamento da produção de grãos do Paraguai com destino ao Brasil”, disse Francisco Augusto Silva Damilano, Gerente de Operações das Fronteiras da Multilog. O Porto Seco de Santana de Livramento registrou um crescimento de 63% no volume de veículos de janeiro a junho de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior. No primeiro semestre deste ano, 5.759 veículos passaram pela estação aduaneira, enquanto que no mesmo período de 2020, o fluxo foi de 3.530 caminhões. Em Santana do Livramento, o forte tem sido a exportação de peças para uma fábrica de papel que está sendo erguida em território uruguaio. Na importação, o principal fluxo de produtos são: embalagens, couro, produtos farmacêuticos e trigo. Em Uruguaiana, no segundo maior porto seco de fronteira da América Latina, houve um crescimento de 37,1% no fluxo de veículos no primeiro semestre de 2021, com 70.013 veículos, enquanto que no primeiro semestre do ano anterior, 51.050 caminhões passaram pela estação aduaneira. O porto seco foi beneficiado pela exportação de carros e produtos como bobinas de aço e vinhos, oriundos do Chile. Por fim, o Porto Seco de Jaguarão apresentou uma alta de 14,8% no volume de tráfego no primeiro semestre deste ano, com um fluxo de 13.379 veículos. Os seis primeiros meses de 2020 tiveram um fluxo de 11.651 veículos. O crescimento foi influenciado pela produção de arroz do Uruguai, assim como cítricos, soja e carne bovina. E levam para aquele país bananas e um grande fluxo cerâmico, com tijolos. Perspectivas otimistas para o segundo semestre Para o próximo semestre, a retomada econômica traz uma perspectiva otimista para o transporte rodoviário. “Sabemos que outros fatores podem impactar o tráfego nas fronteiras, como a alta do dólar, mas o segundo semestre tradicionalmente também é melhor que o primeiro. O que vemos agora, a rigor, não é crescimento ainda, mas uma retomada bastante importante, e ela se dá em todas as fronteiras que operamos.”, comenta o Gerente de Operações das Fronteiras da Multilog. Além disso, a falta de chuvas também deve beneficiar os portos secos nos próximos meses. Com os rios em níveis baixos e sem perspectiva de chuvas, as barcaças não podem navegar e a produção tem que escoar por terra. Saiba mais sobre a Multilog A Multilog é um operador logístico com mais de 20 anos de mercado, possuindo forte presença no Sul e Sudeste. Possui estrutura e inteligência para desenvolver soluções completas e diversificadas para operações alfandegadas, centros de distribuição e transportes, além de possuir grande expertise nos segmentos químico, de saúde, bens de consumo, automotivo e industrial. A Multilog conta com 20 unidades de negócio, em quatro diferentes estados (São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), e 1,5 milhão de metros quadrados de área alfandegada. Ao todo, são mais de 1,5 mil colaboradores e premiações como Top Of Mind, Prêmio Sindusfarma de Qualidade, ISO 9001:2015, Certificação OEA, empresa brasileira de logística número um no ranking Great Place to Work (Melhores Empresas para Trabalhar) 2020, entre outras. Mais informações em www.multilog.com.br Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br