Abesata faz parceria com Senai e vai usar Escolas Móveis para capacitar profissionais de ground handling

FOTOS: https://flic.kr/s/aHsmGZfBMd A Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) quer usar as Escolas Móveis do Senai para oferecer capacitação aos trabalhadores do segmento de ground handling em todo país. O primeiro curso deve começar ainda neste segundo semestre no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.   No fim de agosto, o presidente da entidade esteve no Senai, em Guarulhos, para conhecer duas das 50 carretas preparadas para funcionar como Escola Móvel: Aviônicos e Motopropulsor, ambos voltados à aviação. A visita foi feita junto com profissionais de GRU Airport e da Prefeitura de Guarulhos.   O projeto do Senai criou verdadeiros laboratórios tecnológicos com salas de aula sobre rodas, permitindo oferecer desde formação básica de curta duração até formação continuada. O foco é atender as necessidades de formação de mão de obra de empresas e indústrias.   “Ficamos muito impressionados com a estrutura e a facilidade de estacionar uma carreta destas em um aeroporto para capacitar os trabalhadores do segmento”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata. O executivo afirmou que pretende inclusive auxiliar no antigo desejo do Senai junto à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) pela homologação dos cursos oferecidos pelo Senai.   Esta semana, Renato Daracdjian,  diretor do SENAI Guarulhos, esteve na sede da Abesata para alinhar os detalhes do primeiro curso das Escolas Móveis que deverá acontecer no Aeroporto Internacional de Guarulhos. A primeira unidade deve oferece capacitação em mecânica diesel e motores de veículos pesados, diretamente vinculada à atividade de ground handling.   A iniciativa faz parte de um esforço da Abesata para investir na capacitação da mão de obra para o segmento de serviços em solo. Em paralelo, a entidade, em parceria com a UNG e a Prefeitura de Guarulhos, criou o curso de extensão em Serviços Aeroportuários. A primeira turma começa ainda em setembro. Mais informações em www.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Abesata participa de debate sobre Ground Handling durante o Ibas 2019

FOTOS – ABESATA: https://flic.kr/s/aHskThre2Q FOTOS – IBAS: https://www.flickr.com/photos/internationalbrazilairshow/ Na próxima quarta-feira, dia 11 de setembro, a Abesata (Associação das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) participa de um debate sobre o segmento de ground handling no IBAS 2019. O evento acontece no Aeroporto de Guarulhos, entre os dias 11 e 13 de setembro, e a tarde do primeiro dia foi reservada ao serviços em solo. No primeiro painel, moderado pelo presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel, o tema será “Panorama dos Serviços de transporte aéreo”, entre 15h e 16h.  Em pauta, a construção de um ecossistema eficiente, confiável e em tempo real entre aeroportos, companhias aéreas e consumidores. O objetivo é abordar também o equilíbrio entre competitividade, investimento e qualidade. Participam do debate Ricardo Sérgio Maia Bezerra, diretor da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Adrian Elkuch, diretor de operações do BH Airport, Renato Pinho, gerente regional de vendas da TLD, e Ricardo Bernardi, advogado e sócio do Bernardi & Schnapp Advogados. No segundo painel, o tema é “Principais desafios para o setor de ground handling” e o objetivo é tratar das expectativas dos aeroportos e dos avanços na padronização e certificação do setor. Participam desta rodada Rubens Pereira Leitão Filho, CEO da Orbital/WFS, o comandante Miguel Dau, diretor de operações de GRU Airport, e o diretor de vendas da BYD, Carlos Augusto Serra Roma. A moderação ficará a cargo de Rogério Benevides, consultor técnico da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas). “Estamos muito contentes não só em contribuir para o debate, mas, principalmente, em ver o espaço que está sendo dado ao ground handling em um evento da magnitude do Ibas 2019”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata. Mais informações sobre o evento em https://internationalbrazilairshow.com.br Informações para a imprensa  Egom PR Agency – (11) 3666 7979 – (11) 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Seminário Internacional de A-CDM acontece dias 9 e 10 de setembro

FOTOS EM ALTA: https://flic.kr/s/aHskThre2Q Implantação do conceito de decisão colaborativa está avançado na Europa e, no Brasil, começou pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos   Nos dias 9 (segunda) e 10 (terça) de setembro, acontece o Seminário Internacional de A-CDM em Guarulhos. A sigla significa Airport Collaborative Decision Making e tem como objetivo melhorar a eficiência operacional de todos os operadores aeroportuários, reduzindo atrasos e otimizando o uso dos recursos. O evento, que acontece no Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, está sendo promovido pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), ACTION e GRU Airport, e conta com o apoio da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo).   O objetivo é disseminar a cultura do processo de tomada de decisão colaborativa, visando um novo patamar de eficiência para a comunidade aeronáutica no continente sul americano. Participarão representantes de outros aeroportos, de companhias aéreas nacionais e internacionais, da indústria e de diversos órgãos governamentais envolvidos no processo aeroportuário.   Entre os principais tópicos que serão tratados no Seminário estão conceitos e implantação do A-CDM, ganhos econômicos e financeiros, cases de sucesso para aeroportos e para companhias aéreas, o projeto piloto de Guarulhos e o projeto DECEA para o A-CDM no Brasil.   O conceito A-CDM já é uma realidade na Europa e desde o início do ano 28 dos principais aeroportos já contam com o sistema implementado. Ou seja, ⅓ dos movimentos aéreos registrados pelo Eurocontrol – Organização Europeia para a Segurança da Navegação Aérea – são realizados dentro do sistema A-CDM.  Fora da Europa, o A-CDM vem sendo implantado nos aeroportos de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, de Auckland, na Nova Zelândia e de Cingapura.   “O A-CDM é uma nova filosofia que envolve todos que operam no aeroporto e queremos melhorar a eficiência, a segurança, reduzir o impacto ambiental e melhorar a qualidade no serviço ao usuário. Junto com o Eurocontrol, o DECEA fez uma parceria e escolheu Guarulhos para implantar o conceito e difundir para todo o país e para todo o continente”, disse o Tenente Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, diretor-geral do DECEA.   Inscrições em https://www.sympla.com.br/seminario-internacional-de-a-cdm__573908   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br

Entidades se unem em campanha contra pirataria na prestação de serviços em solo

A Campanha Esata Legal está sendo encabeçada pela Abag, Abear, Abesata, Aneaa, IATA, Jurcaib, Infraero e Ministério da Infraestrutura. Objetivo é ajudar empresas a se regularizarem e criar um ambiente de competição saudável Uma campanha para combater a pirataria na prestação de serviços em solo está sendo lançada este mês. O objetivo é ajudar os tomadores de serviços – operadores aéreos e aeroportos – a identificar uma Esata Legal (empresa de serviços auxiliares do transporte aéreo) na hora da contratação e ainda ajudar a regularizar as empresas que querem competir neste mercado. Empresas auxiliares fazem serviço de transporte de bagagem, serviços de inspeção, limpeza, segurança, transporte de passageiros e tripulantes, movimentação de aeronaves no solo, movimentação de carga aérea, entre outros. O movimento conta com o apoio de entidades como Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo), Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral), Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Aneaa (Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos), IATA (International Air Transport Association), Jurcaib (Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais do Brasil), Infraero e Ministério da Infraestrutura. De acordo com o presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel, são consideradas piratas aquelas empresas que atuam no sítio aeroportuário, mas não tem capacitação para isso. “Em muitos casos são empresas de limpeza convencional, transporte terrestre ou de condomínios, contratadas equivocadamente para lidar com os Serviços Auxiliares nos aeroportos”, disse. Segundo o executivo, empresas ilegais ganham mercado com preços menores, pois pagam salários inferiores, menos impostos e não investem em treinamento de pessoal ou equipamento adequado. “O contexto atual favorece o surgimento de empresas aventureiras que fazem os serviços um pouco pior por um preço um pouco menor. E as pessoas que consideram o preço somente serão suas merecidas vítimas.” Quem contrata uma empresa pirata corre o risco de arcar com processos trabalhistas em caso de ausência de cumprimento legal por parte da empresa de serviços auxiliares, pode ser envolvida em sonegação fiscal ou até contar com um time de profissionais sem qualquer conhecimento da aeronave. “E mais, quando uma empresa não é legal, ela não está habilitada a atuar em aeroportos, não segue a regulamentação da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), e poderão, tomadores e prestadores dos serviços, ser envolvidos em crimes aeronáuticos, à luz da doutrina vigente”, afirma Miguel. Nos últimos anos, tem crescido o número de empresas piratas no segmento de serviços auxiliares. Todos os casos são levados à ANAC. “Um dos principais motivos para a criação da campanha é a falta de informação, pois vemos grandes empresas contratando uma empresa irregular sem saber.” Em um folder explicativo, a Campanha Esata Legal destaca oito itens necessários para certificar que uma empresa é legal e pode ser contratada sem risco para as companhias aéreas e aeroportos. No folder impresso, todos os oito itens são tipificados com o artigo e a lei de previsão. São eles: Deve exercer exclusivamente serviços auxiliares do transporte aéreo, podendo acumular tão somente atividades reguladas pela ANAC. É mandatário constar tais informações no contrato social. É preciso ter apólice de seguro compatível com o porte do negócio. Tem que demonstrar capacidade em oferecer regularmente treinamento técnico para os colaboradores. Deve cumprir as convenções coletivas da categoria econômica, assegurando aos colaboradores os mesmos salários pagos pelas demais empresas do segmento. Precisa possuir as certificações da Anvisa específicas para cada um dos serviços oferecidos. como limpeza de aeronaves, manuseio de dejetos ou água potável. Conta com um Programa de Prevenção de Riscos Associado ao Uso Indevido de Substâncias Psicoativas na Aviação Civil. Deve dar transparência e disponibilizar os dados cadastrais para os operadores de aeródromos com os quais mantém operação. Necessita cumprir obrigatoriamente com os requisitos de segurança operacional estabelecidos com o Operador de Aeródromo. Mais informações em www.abesata.org Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979 – (11) 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Expansão da aviação regional incentiva pequenas empresas de ground handling 

Fotos em alta: https://flic.kr/s/aHskThre2Q Associação defende a livre concorrência com empresas legais, não aventureiras, e uma postura ética diante do mercado em expansão  A privatização dos aeroportos e a expectativa de crescimento do transporte aéreo como um todo tem impulsionado o surgimento de empresas de ground handling de pequeno porte, especialmente nas localidades mais afastadas dos grandes centros. Dezenas de voos regionais foram anunciados nas últimas semanas em todo país. São empresas que atendem companhias aéreas e aeroportos nas demandas por serviços voltados para transporte de bagagens, limpeza de aeronaves, inspeções de segurança, check-in, abastecimento de aeronaves, transporte de superfície para tripulação e passageiros, raio X, tanto de bagagem de mão como as despachadas, manuseio de carga aérea – exportação e importação, entre outras atividades. “A expansão da aviação regional, com o uso de aeroportos menores, longe dos grandes centros, é uma necessidade para o país, mas ao mesmo tempo muda o formato do mercado. Nestas localidades, há uma predominância de empresas de ground handling de pequeno porte, regionais”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo). Segundo ele, nos maiores aeroportos há a concentração das grandes empresas de serviços auxiliares, muitas delas multinacionais, mas nos menores estamos vendo o surgimento de empresas pequenas. “Não importa o tamanho, importa que sejam legalizadas e não aventureiras”. A entidade lançou este mês uma campanha chamada Esata Legal para incentivar a contratação de empresas de serviços em solo legalizadas e estimular a regularização das demais. “Só tem um serviço pirata no mercado se temos alguém disposto a contratá-lo”, afirma Miguel. Para o executivo, o papel da associação é fazer campanhas educativas e fomentar o desenvolvimento da capacitação. Recentemente foi dado o primeiro passo para a criação de um pólo de formação de profissionais em Guarulhos, iniciativa que deve ser expandida para outras capitais. “Só com investimento em capacitação e ética é que vamos ter um mercado competitivo e saudável”, afirma. A Associação defende a livre concorrência com empresas legais, não aventureiras, e uma postura ética diante do mercado em expansão. Em nova fase de sua existência, a entidade tem motivado a sua Comissão de Ética envolver, além da relação entre os provedores de serviços em solo (GSP), ou seus clientes, quer sejam eles operadores aéreos ou operadores de aeródromos. Segundo dados da Abesata, as empresas de serviços em solo ou  Ground Service Providers (GSP) respondem por  40% dos atendimentos em solo no Brasil. A média mundial, segundo a IATA, é de 50% e, no comparativo com maio de 2016 e dezembro de 2018, observa-se alta de 30% no segmento. Em todo país, existem 120 empresas de ground handling,  que, juntas, são responsáveis por gerar mais de 42 mil empregos diretos. Mais informações em www.abesata.org Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br

Curso de extensão “Serviços Aeroportuários” é lançado em Guarulhos

Foto em alta: https://flic.kr/p/2gBzajx Programa de extensão é fruto da parceria da Abesata com a UNG e conta com o apoio da Prefeitura Municipal; proposta é tornar Guarulhos um centro de mão de obra qualificada para a indústria da aviação   São Paulo, 18 de julho – Na tarde desta quarta-feira (17) a Abesata (Associação Brasileira de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) em parceria com a Universidade Univeritas/UNG, lançou o curso de extensão “Serviços Aeroportuários”, que faz parte do projeto Qualifica Guarulhos, uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Guarulhos.   Para o presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel, o lançamento deste curso é um sonho. “Quando fundamos a associação, colocamos no nosso estatuto a formação profissional como um dos nossos pilares. Esta parceria com a UNG, com total apoio da Prefeitura de Guarulhos, é a realização disso.” Na visão de Miguel todos ganham com a iniciativa, o município, que contará com pessoas mais qualificadas, a academia, que fará parte da história por lançar este curso inédito no país, e as empresas aéreas como um todo, não apenas as Esatas (empresas de serviços auxiliares) que poderão contar com mão de obra qualificada. E completa: “A gente sabe que é na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais. E é na capacitação de seus trabalhadores que se revelam as virtudes de uma empresa.”   “Estamos extremamente felizes com esta parceria. Guarulhos já é conhecida, mundialmente por abrigar o maior aeroporto da América Latina. Tenho certeza que seremos conhecidos, também, por oferecer a melhor mão-de-obra aeroportuária do país, em breve”, disse Elói Lago, reitor da UNG. Para ele, lançar curso como este é um marco não só para a universidade, mas para Guarulhos como um todo.   Willian Paneque, secretário de Desenvolvimento Científico, Econômico, Tecnológico e Inovação da Prefeitura de Guarulhos, ressaltou a importância de iniciativas como esta para o desenvolvimento da cidade. “Guarulhos é uma cidade que respira aviação e poder oferecer mão de obra qualificada para o maior aeroporto da América Latina é de suma importância.”   Para Marcela Castro Vaz Augusto, diretora de Assuntos Aeroportuários da Prefeitura de Guarulhos, o curso de extensão é só o começo. “Vamos nos tornar referência quando o assunto for excelência em mão de obra qualificada em serviços auxiliares”.   Para Miguel, presidente da Abesata, o curso em Guarulhos é o exemplo para que outras cidades não apenas abriguem aeroportos, mas olhem para estes potenciais trabalhadores e invistam na formação destas pessoas. “Nós já somos 38 mil trabalhadores diretos só nos serviços em solo no Brasil, com o crescimento do setor aéreo, este número tende a subir. Ter mão de obra qualificada é primordial”, finaliza.   A inscrição para o curso de extensão “Serviços Aeroportuários”, na UNG, começa no dia 18 e as vagas são limitadas. O curso começa no dia 2 de setembro, com duração de três meses, com aulas de segunda à sexta, das 13h30 às 17h. A carga horária total é de 200 horas. Mais informações em www.ung.org e em www.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br

Abesata promove fórum sobre Contratos de Prestação de Serviços Auxiliares

Evento vai reunir em São Paulo, no próximo dia 10 de julho,  especialistas para trocar experiências sobre a assinatura de contratos com operadores aéreos e administração aeroportuária  A Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) promove na manhã do próximo dia 10 de julho, quarta-feira, um fórum para discutir os Contratos de Prestação de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo. “Há dois anos, nossos associados identificaram a necessidade de trocar experiências e expertises para a construção de uma minuta que pudesse ajudar na hora da assinatura de um contrato com um operador aéreo ou uma administração aeroportuária”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da entidade. Desde o início do processo de privatização dos aeroportos, aumentou o número de contratos firmados entre as Esatas (empresas de serviços auxiliares do transporte aéreo) e os aeroportos, com suporte nas áreas de inspeção de passageiros, segurança de aeronaves, movimentação de aeronaves e de cargas e outras. Com a nova rodada de privatizações, mais 44 aeroportos até 2021 devem passar para a iniciativa privada, impulsionando ainda mais este mercado. O fórum deve reunir advogados, diretores, profissionais do segmento de novos negócios das principais empresas de ground handling do mercado. “Atualmente se utiliza o padrão de contrato proposto pela IATA (International Air Transport Association), em especial na prestação de serviços para as empresas aéreas. Mas precisamos adaptá-lo com as peculiaridades da legislação e cultura brasileira, além, é claro, da prestação das modalidades de serviços auxiliares para os aeroportos. Todo o evento e os resultados do fórum serão norteados pelas práticas antitruste, pela livre concorrência e a sustentabilidade financeira do setor”, disse Miguel. O executivo lembra que atividade educativa como este fórum estão previstos no Estatuto e no Código de Ética da associação e ajudam a balizar as boas práticas de compliance do mercado aeronáutico. O fórum acontece na sede da Abesata, avenida Angélica, 2466, a partir das 9h30.  Mais informações (11) 3662 0550 ou em www.abesata.org FOTO EM ALTA: https://flic.kr/p/2ee5MFQ Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Associação das empresas de ground handling se posiciona pelo veto presidencial ao retorno da bagagem gratuita nos voos

A principal motivação está na percepção de interferência do Governo Federal no mercado, que pode trazer insegurança aos investidores do transporte aéreo no país A Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) declarou, no fim da semana passada, o posicionamento favorável ao veto presidencial ao destaque, aprovado na Câmara dos Deputados, que prevê o retorno da franquia mínima de bagagem no transporte aéreo doméstico e internacional. O destaque foi incluído no texto original da Medida Provisória n.o 863/2018, no artigo 2.o e já provocou reações negativas do mercado. “O retorno do despacho gratuito de bagagem, independentemente do tamanho do impacto no custo final da passagem aérea, tem como simbolismo a interferência do Governo Federal no mercado, trazendo insegurança aos investidores”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata, que esteve presente em Congresso de aviação em Madrid nos dias 28 e 29 de maio e foi procurado por representante do grupo espanhol Globalia, que recentemente anunciou a intenção de operar uma companhia aérea no Brasil. Em ofício enviado à Casa Civil, a Associação explicou que o segmento de serviços auxiliares é parte da cadeia produtiva da indústria do transporte aéreo e se caracteriza como um setor genuinamente intensivo de mão-de-obra. Atualmente são 42 mil empregos diretos. E a abertura de capital vai trazer concorrência e crescimento na demanda e, com certeza, aumento de postos de trabalho. “Precisamos incentivar o crescimento da aviação brasileira e as empresas estrangeiras estão de olho no nosso mercado. A livre concorrência vai ampliar a oferta e melhorar a qualidade dos serviços aos passageiros, movimentando o mercado e gerando empregos”, disse Miguel. O retorno da bagagem gratuita afetaria negativamente a imagem do mercado brasileiro, afugentando em especial as companhias aéreas low-cost que não oferecem, por conceito, o transporte gratuito de malas. Mais informações em www.abesata.org Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Iata Ground Handling Conference acontece de 26 a 29 de maio em Madri, na Espanha

Delegação brasileira será composta de diretores da Abesata e empresários do segmento de Ground Handling. O objetivo é a troca de experiência com outros países e o debate em torno dos temas e problemas comuns a todos Entre os dias 26 e 29 de maio, acontece em Madri, na Espanha, a IGHC 2019, a Iata Ground Handling Conference, um evento organizado pela IATA (International Air Transport Association) e que deve reunir mais de 750 profissionais, de todas as partes do mundo. São representantes de companhias aéreas, provedores de serviços em solo, administradores aeroportuários, fabricantes de equipamento e fornecedores de soluções. Na programação, temas como “O futuro do segmento de handling”, “Tempo, custo e qualidade nas operações em solo”, “Sustentabilidade”, “Como tornar a indústria do ground handling atraente para os colaboradores”, “O futuro do processo dos passageiros” e “Acelerando a experiência de manuseio de carga aérea”, entre outros. Para o presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel, o ground handling brasileiro está em plena sintonia com o que acontece no mundo inteiro e acompanha os principais eventos do setor, como este. “Levamos para eles os nossos desafios e aprendizados e trazemos de lá também tudo que estão vivendo, novas tecnologias e inovações. O debate é sempre muito enriquecedor.” Miguel afirma que irá selar em Madri parcerias com a IATA e a ASA – Airport Service Association – para o lançamento global, previsto para meados de junho, da campanha educativa sobre como identificar, na hora da contratação de uma empresa de Ground Handling no Brasil, uma Esata regular. Na oportunidade, acontecem diversas reuniões de network, tanto para os empresários, quanto para os diretores da Abesata. Ricardo Miguel, por exemplo, vai se encontrar em Madri também com o novo presidente da ASA, Fabio Gamba, que sucedeu Jon Conway. A Abesata é associada à ASA.  Mais informações em www.abesata.org Foto em alta: https://flic.kr/p/2ee5MFQ Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br

Mesmo com bagagem de mão dentro do padrão, aeronaves não comportam uma mala por passageiro

Em um Boeing 737-800, por exemplo, com capacidade para 184 passageiros, os compartimentos na cabine de passageiros podem transportar cerca de 118 malas de bordo padronizadas. Ou seja, se todos levarem uma mala, 66 terão que ser encaminhadas ao porão A terceira fase da campanha de orientação dos passageiros para que usem malas dentro do padrão para bagagem de mão, iniciada ontem (24.04) em diversos aeroportos do país, não vai resolver o problema criado pelo excesso de bagagem a bordo. Desde o início da cobrança por mala despachada nos voos domésticos, em algumas rotas específicas, o número de malas a bordo tem sido tão grande que a maior parte precisa ser removida para o porão quando chega na porta da aeronave. O trabalho extra prejudica toda a equipe de atendimento no solo e pode colocar em risco a saúde do trabalhador. “A mala quando despachada, passa por equipamentos apropriados, como esteiras e tratores, para levá-las até a aeronave. No caso de bagagem que esteja fora do padrão e que seja identificada já próximo ao embarque, ela exigirá tratamento que envolverá pessoas e infraestrutura que nem sempre estarão disponíveis”, afirma Jorge Leal Medeiros, engenheiro aeronáutico e professor da USP. A mala entregue ao colaborador da empresa aérea na porta do avião comumente tem que ser transportada ao porão por um atendente, através de uma escada. Fazer isso várias vezes por voo não é tarefa fácil, pode prejudicar a saúde ocupacional do trabalhador e resultar em custos adicionais na cadeia produtiva. Anteriormente, essa tarefa era uma exceção, com a nova sistemática de cobrança de malas despachadas, passou a ser regra. A campanha de orientação dos passageiros foi criada para conscientizar as pessoas do tamanho e formato da mala permitida a bordo. Desde que entrou em vigor a Resolução 400 da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), muitas pessoas preferem levar uma mala a bordo para não arcar com os custos da mala despachada, muitas vezes excessivos em comparado com o custo do bilhete. Esta semana o UOL publicou uma reportagem mostrando que nas viagens ao exterior o preço da mala despachada extra beira os 100 euros. “Queremos conscientizar as pessoas de que só comprar uma mala nova, no padrão de bagagem de mão indicado pela IATA (International Air Transport Association), não resolve. É uma questão de capacidade das aeronaves. Promover a chamada recolha da bagagem excedente está criando um problema mais complexo. Em alguns aeroportos, como Salvador, rota turística importante, chega a 40 o número de malas recolhidas em um único voo, na porta da aeronave, e tem que descer para o nível do chão sem esteira ou qualquer outro tipo de mecanismo. O funcionário desce tudo isso na mão, usando a força física apenas e isso, além de não ser salutar para os colaboradores envolvidos, se não bem gerenciado, pode retardar o tempo em solo da aeronave”, argumenta Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo). Acredita ele que com o tempo a inovação vai se ajeitar, com o equilíbrio entre o preço a ser cobrado pela mala despachada e o hábito dos passageiros. Em uma aeronave fabricada pela Boeing, por exemplo, o 737-800, usual no Brasil, com capacidade para até 184 passageiros, os compartimentos internos podem levar no máximo 118 malas dentro do padrão. Se o voo estiver cheio e cada passageiro tiver uma mala adequada, 66 vão ser recolhidas no chamado transbordamento. A campanha de orientação dos passageiros começou esta semana nos aeroportos Congonhas, em São Paulo, Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro,  e ainda nos aeroportos de Porto Alegre e Goiânia. Até 8 de maio, passageiros de 12 aeroportos terão sido orientados a levar a bordo, sem despachar, apenas uma mala com o máximo 55 cm de altura, 35 cm de largura e 25 cm de profundidade, pesando até 10 quilos. A partir de 13 de maio, a fiscalização vai ser intensificada e o passageiro será obrigado a despachar a mala fora de padrão. Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br  

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