Empresas de serviços em solo do transporte aéreo fazem acordo com trabalhadores para manutenção de empregos

Sindicatos assinaram na sexta-feira, 20 de março, um aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho que prevê, entre outros, auxílio para a alimentação dos trabalhadores por ocasião da suspensão dos voos    As empresas prestadoras de serviços auxiliares do transporte aéreo – Esatas – firmaram um acordo com os sindicatos dos trabalhadores a fim de evitar demissões e maiores consequências para os trabalhadores neste momento de crise do setor aéreo. Em todo país, com o cancelamento de 70% dos voos domésticos e mais de 80% dos internacionais, as chamadas Esatas se viram sem faturamento para honrar com a continuidade dos negócios.   Estas empresas prestam serviços para companhias aéreas e aeroportos e são remuneradas por produção, no caso das companhias aéreas, por voo atendido em solo. Elas são responsáveis por serviços como transporte e embarque de passageiros, raio X, segurança e varredura contra o terrorismo, manuseio de bagagem e carga aérea, check in, limpeza de aeronaves e outras modalidades de serviços auxiliares.   “Um dos pontos mais positivos do acordo, no nosso entender, está na manutenção dos empregos. Nos casos de contratos mais prejudicados, ou seja, com voos totalmente cancelados, ficou acertado que a empresa poderá afastar o colaborador por 45 dias, podendo prorrogar por igual período, com um auxílio alimentação no valor de R$ 600 mensais”, disse o presidente da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo), Ricardo Aparecido Miguel. O valor deve amparar os trabalhadores durante o período de crise.   Segundo o executivo, sem faturamento no presente momento as empresas não têm como arcar com uma folha de pagamento. “O setor é intensivo de mão de obra, em todo país são mais de 40 mil empregos diretos”, e completa: “Sabemos das dificuldades por que o mundo passa neste momento de pandemia, e que há muitas necessidades a serem atendidas nos mais diferentes segmentos econômicos e sociais de nosso país. Lembramos que as Esatas realizam serviços essenciais e a união de esforços entre os órgãos governamentais, empresários e trabalhadores podem conduzir a um porto seguro após este momento crítico”.   O acordo também prevê que poderá haver redução de salários até o limite de 25%, proporcional à redução de jornada, respeitando o valor hora e o salário mínimo. Férias coletivas poderão ser decretadas e o pagamento das férias pode ser feito em até três parcelas. O parcelamento também passa a ser aceito nos casos de rescisão de contrato de trabalho e haverá plano de demissão voluntária.   O desafio agora, segundo o presidente da Abesata, é obter linhas de financiamento para custear estas despesas extraordinárias e também acelerar o recebimento de valores pendentes com as companhias aéreas, que muito podem ajudar neste momento crítico e solidário. O acordo entre empresas e trabalhadores valerá até 31 de dezembro deste ano. Mais informações em www.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br

Empresas e entidades de ground handling criam comitê de crise para tratar das consequências da crise do coronavírus

Setor tem receita duramente impactada pelos sucessivos cancelamentos de voos. Há risco de demissões em massa   As principais entidades e empresas do setor de ground handling se uniram em um comitê de crise para gerenciar a situação emergencial provocada pelo surto de coronavírus. Fazem parte deste grupo entidades patronais como a Abesata  (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) e o Sineata (Sindicato Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo), e entidades de trabalhadores, entre elas a Fenascon (Federação Nacional dos Trabalhadores em Serviços e Conservação) e o Sinteata (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Prestadoras de Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos do Estado de São Paulo). “A crise está impactando diretamente as empresas de serviços em solo, pois muitas delas são remuneradas pelos voos efetivamente atendidos. Com o volume de cancelamentos, a sobrevivência das empresas começa a ficar em risco”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata. Juntamente com outras associações, o comitê busca um posicionamento do Governo Federal sobre a revisão dos prazos de recolhimento da parcela patronal dos impostos e desoneração da folha de pagamento e também aguarda a proposta de agenda com algumas Prefeituras para negociar uma forma diferenciada de recolhimento do ISS (Imposto sobre Serviço) para os próximos 180 dias. “Estamos buscando caminhos para mantermos ao máximo os empregos e a sobrevivência das empresas, pois temos a previsão, em curto prazo, de redução drástica dos voos domésticos e internacionais”, disse Miguel. O setor de ground handling é intensivo de mão de obra, em todo Brasil são 40 mil empregos diretos. Em paralelo, o comitê também está atuando em questões práticas e emergenciais. Há falta de fornecedores de álcool em gel para os colaboradores. Nesta segunda-feira (16 de março) foi localizado um novo fornecedor e o abastecimento será normalizado rapidamente. Há também uma equipe de comunicação pronta para colher as orientações da ANVISA de vários aeroportos e multiplicá-las entre as empresas associadas à Abesata. Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Aula inaugural da segunda turma do Curso de Extensão em Serviços Aeroportuários em Guarulhos acontece no próximo dia 2 de março

Entre os palestrantes está o diretor de operações do Aeroporto Internacional de Guarulhos, Comandante Miguel Dau   No próximo dia 2 de março, segunda-feira, acontece a aula inaugural da segunda turma do Curso de Extensão em Serviços Aeroportuários que será oferecido pela Universidade de Guarulhos – UNG. A iniciativa é fruto da parceria entre a Abesata (Associação Brasileiras das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo), a Prefeitura de Guarulhos e diversos profissionais voluntários do segmento da aviação. Comandante Miguel Dau, diretor de operações do Aeroporto Internacional de Guarulhos, é um dos convidados para o primeiro dia de aula. Ao lado do presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel, e do reitor da Univeritas/UNG, Elói Lago, Dau vai dar as boas vindas à nova turma e traçar um panorama do mercado de trabalho na área.   Para a segunda turma matriculada, as aulas começam no dia 02 de março e terminam no dia 15 de maio. Ao todo serão quase três meses de duração e 200 horas-aula.  O conteúdo programático do curso reúne temas como legislação aeronáutica, aerodinâmica, sistema aeroportuário, carga aérea, motores aeronáuticos, gerenciamento de recursos em equipe e segurança contra atos ilícitos, além de conceitos relacionados ao mercado de transporte aéreo. O objetivo do curso é oferecer uma qualificação para quem deseja ingressar na área aeroportuária ou para quem já trabalha no ramo.   A expectativa é ampliar o projeto firmando mais parcerias nos municípios de várias cidades que acolhem os principais aeroportos do Brasil a fim de oferecer programas de capacitação desta natureza. Depois de Guarulhos, o curso será oferecido até meados de abril em Recife.   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Cobrança discriminatória e preços abusivos acirram conflito entre empresas de ground handling e concessionária dos aeroportos de Porto Alegre e Fortaleza

Em Porto Alegre, o valor do metro quadrado na área de backoffice teve aumento de 566,67% e, com a impossibilidade das empresas em aceitar o novo valor, a concessionária seguiu em frente e cortou ar condicionado, fechou estacionamento e inviabilizou áreas de conforto dos trabalhadores nas áreas usadas anteriormente Mais um caso de cobrança de valores abusivos e prática de preços discriminatória foi levado à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Desta vez, o conflito acontece em dois aeroportos sob a administração da concessionária Fraport, o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, e o Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza. O aumento do valor cobrado para uso de áreas operacionais supera os 500%, e ainda há cobrança de valor exageradamente diferenciado para companhia aérea e empresas em solo, o que configura discriminação. Uma vez que as empresas em solo estão com seus contratos de prestação de serviços vigentes, a ausência de previsibilidade tem provocado a recusa dos aumentos abusivos e discriminatórios. Por conta disso, a concessionária restringiu o acesso de colaboradores, alegando necessidade de novo contrato que venha a contemplar nova área e novo valor. Enquanto tentam negociar um valor justo, são surpreendidos com a pressão da Fraport de Porto Alegre que interrompeu a refrigeração do terminal antigo, em plena época de verão. Além de ter fechado o estacionamento, a lanchonete e espaço para os colaboradores realizarem a refeição, dificultando sobremaneira a operação das empresas. O conflito envolve quatro associadas da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) nos dois aeroportos. “Em Porto Alegre, a situação é ainda mais crítica. Com a inauguração do novo terminal, o preço de locação das áreas de backoffice saltaram de R$ 30 para R$ 200 por metro quadrado, um aumento de 566,67%”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata.  Na pesquisa realizada em oito grandes aeroportos no país, entre eles seis privatizados, o metro quadrado médio em área semelhante equivale a R$ 47. A Fraport, por sua vez, informou através de um comunicado que “tais áreas são espaços nobres do Terminal de Passageiros, o qual foi recentemente ampliado e modernizado, com elevado investimento aplicado por esta Concessionária, de modo que valorizou o preço do metro quadrado no terminal.” Para a Abesata, todo o Aeroporto Salgado Filho é espaço nobre. É tão nobre e especial que pertence à União Federal. Quanto ao backoffice, se resume em área operacional e essencial. Precisam ser próximas das áreas de check in, por exemplo, para garantir atendimento imediato às demandas da prestação de serviços em si e dos passageiros. Em Fortaleza, não houve mudança de terminal, mas os valores pagos para o uso de áreas operacionais também foram reajustados da mesma forma e se utilizando da mesma tabela. “Os valores podem ser ajustados, mas é preciso demonstrar como se chegou a este valor”, explica Miguel. E complementa: “O caso foi protocolado na Anac em 19 de setembro e em 25 de novembro a autoridade de aviação civil já tinha se manifestado de maneira que o conflito estava no bom caminho para uma solução. Mas até a presente data a Fraport descumpre as orientações advindas do órgão regulador. “Parece até que a Fraport quer vencer com a protelação do caso e afogamento das empresas de apoio em solo”, complementa Miguel. A Fraport detém experiência global pois administra 30 aeroportos, entre eles o Aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, um dos mais importantes da Europa. Lá a Fraport AG é proprietária do aeroporto e fornece ela mesma os serviços em solo para as companhias aéreas. “Esse modelo não foi escolhido pelo Brasil”, acrescenta Miguel. Na visão do presidente da Abesata, é preciso que todos tenham em mente que no transporte aéreo temos uma cadeia de custos, toda elevação de preço, em última instância, vai recair no bolso do cliente final porque vai elevar o preço das passagens aéreas. “Defendemos sempre o livre mercado, que as Esatas, com custos competitivos, possam oferecer serviços de qualidade para as companhias aéreas e aeroportos. Não temos no Brasil monopólio na prestação de serviços auxiliares em nenhum aeroporto, como existe em outros países.” Conflitos semelhantes foram vistos anteriormente nos aeroportos de Viracopos, em Campinas, Guarulhos e Galeão no Rio de Janeiro. Em alguns casos, a situação foi parar na Justiça. Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Curso de Extensão em Serviços Aeroportuários tem matrículas abertas em Guarulhos

Temas como mercado do transporte aéreo serão trabalhados em sala de aula; as inscrições encerram no dia 14 de fevereiro    Já estão abertas as inscrições para a segunda turma do Curso de Extensão em Serviços Aeroportuários que será oferecido pela Universidade de Guarulhos – UNG. Uma iniciativa em parceria com a Abesata (Associação Brasileiras das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo), com o apoio da Prefeitura de Guarulhos e de profissionais voluntários do segmento da aviação. O projeto da Prefeitura é intitulado Qualifica Guarulhos.   As aulas começam no dia 02 de março e terminam no dia 15 de maio. Ao todo serão quase três meses de duração e 200 horas-aula.  Para participar é necessário possuir Ensino Médio completo. As matrículas vão até o dia 14 de fevereiro.   O conteúdo programático do curso reúne temas como legislação aeronáutica, aerodinâmica, sistema aeroportuário, carga aérea, motores aeronáuticos, gerenciamento de recursos em equipe e segurança contra atos ilícitos, além de conceitos relacionados ao mercado de transporte aéreo. O objetivo do curso é oferecer uma qualificação para quem deseja ingressar na área aeroportuária ou para quem já trabalha no ramo.   Segundo o presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel, a expectativa é ampliar o projeto firmando mais parcerias nos municípios de várias cidades que acolhem os principais aeroportos do Brasil. A primeira turma, composta por 40 alunos, formou-se em dezembro do ano passado. Agora, a ideia é oferecer o curso também em Recife.   Para mais informações e inscrições, basta acessar  https://extensao.ung.br/DetalhesEvento.aspx?EventoId=23694 Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Empresas de serviços em solo celebram excelente performance em pontualidade e manuseio de bagagem

Indicadores apresentados no Panorama 2018, da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) revelam que as companhias aéreas nacionais – e as empresas de serviços em solo – são referências mundial de eficiência. Mesmo se comparadas com mercados maduros como os EUA    O segmento de ground handling só tem a comemorar com os indicadores de pontualidade e manuseio de bagagens das companhias aéreas nacionais divulgados no mês passado pela Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas). Os índices revelam que as empresas aéreas brasileiras são referência mundial de eficiência, em comparação com mercados maduros do transporte aéreo como os Estados Unidos. Os dados estão no Panorama 2018, que reúne informações e análises sobre o desempenho da aviação comercial brasileira.   A taxa de falhas no manuseio de bagagens em 2018, por exemplo, foi de 2,45 para cada mil volumes despachados, menos da metade da média mundial de 5,69, segundo a Société Internationale de Télécommunications Aéronautiques (SITA), empresa especializada em tecnologia da informação e serviços ao setor aéreo. Esse resultado é quase três vezes inferior ao do mercado europeu.   Ainda de acordo com o Panorama 2018, cerca de 85% dos voos das empresas aéreas partiram e chegaram nos horários previstos em 2018. Os dados levam em conta o critério de 15 minutos de tolerância do Departamento de Transporte dos EUA e foram cedidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). E é superior ao das empresas aéreas americanas, 82% no mesmo período.   “Estamos muito contentes com os resultados apresentados no Panorama 2018 e comemoramos juntos com as companhias aéreas. Os serviços especializados que nossos associados oferecem – transporte de bagagem, limpeza de aeronave, pushback e muitos outros – contribuíram com certeza para esta performance acima da média mundial”, disse o presidente da Abesata Ricardo Aparecido Miguel.   Na visão do executivo, os resultados tornam ainda mais insustentável o crescimento vertiginoso das ações judiciais contra as companhias aéreas. “Com índices que nos colocam acima da média mundial em performance de pontualidade e manuseio de bagagem, não faz sentido nos tornarmos os campeões em processos judiciais”, disse Miguel.   A judicialização registrou forte crescimento em 2019 num momento em que temos índices favoráveis e pautas mais importantes para o Judiciário brasileiro. O número de ações contra empresas aéreas foi de 64 mil em 2018, mas no primeiro semestre de 2019 já somava 109 mil. Os dados são do Ibaer (Instituto Brasileira de Direito Aeronáutico). Um dos motivos estão no surgimento da indústria de startups que compram os direitos dos passageiros com o objetivo de processar as companhias aéreas por problemas na viagem. Mais informações em www.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Segmento de ground handling prestigia entrega do prêmio de Excelência Logística em Viracopos

Fotos: https://flic.kr/s/aHsmJKZsSB Na sétima edição, foram premiadas companhias aéreas, agentes de carga, despachantes aduaneiros e transportadores rodoviários   O segmento de ground handling prestigiou na semana passada a 7.a edição do Prêmio Viracopos Excelência Logística, realizado pela Aeroportos Brasil Viracopos, em Campinas. O presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel, esteve no evento e inclusive entregou dois prêmios a duas empresas ganhadoras, entre elas a empresa aérea Atlas Air, que foi apontada a Melhor Companhia Aérea 2019.   “É muito importante reconhecer as empresas que se destacam pela excelência na prestação de serviços e valorizar o bom trabalho. Estamos orgulhosos em contribuir para o sucesso destas empresas através de nossos serviços em solo e, quem sabe, para as próximas edições, possamos ter uma categoria de premiação para reconhecer as Esatas (empresas de serviços auxiliares do transporte aéreo)”, disse o presidente da Abesata.   “Reconhecer o bom trabalho das empresas parceiras é um incentivo fundamental para melhorar a cada dia o setor de cargas no aeroporto e toda a cadeia logística”, disse o CEO de Viracopos, Marcelo Mota.   Ao todo, foram 89 empresas finalistas e os ganhadores foram escolhidos a partir da performance no Ranking de Eficiência Logística, entre agosto de 2018 e julho de 2019.   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Indústria dos processos de indenização contra companhias aéreas preocupa entidades

“De cada 100 voos internacionais entre Brasil e EUA, 79 serão processados.”, disse Dany Oliveira, diretor da IATA para o Brasil    Mais um grave problema da indústria da aviação une as entidades associativas IATA (International Air Transport Association) e Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo): o excesso de judicialização no transporte aéreo.   A judicialização registrou forte crescimento em 2019, o número de ações contra empresas aéreas foi de 64 mil em 2018, mas no primeiro semestre de 2019 já somava 109 mil. Os dados são do Ibaer (Instituto Brasileira de Direito Aeronáutico). Um dos motivos estão no surgimento de diversas startups que ajudam os passageiros a processar as companhias aéreas por problemas na viagem.   “Estas despesas entram no custo da operação e atrapalham a democratização do transporte aéreo”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata. Para ele, a incoerência está no fato de que grande parte das ações se refere a atrasos ou extravio na entrega de bagagem, quando o Brasil tem índices superiores ou iguais aos países de melhor performance no mundo neste quesito.   O restante das ações questiona atrasos de voo e cancelamento de voo, problemas que são motivados por questões fora da alçada das companhias aéreas como aspectos meteorológicos ou de segurança operacional, por exemplo. “As estatísticas são absurdas porque mostram que de cada 100 voos domésticos no Brasil, 8 são processados por algum passageiro. Nos Estados Unidos, onde está o maior mercado de aviação do mundo, os mesmos 100 voos domésticos apenas 0,01 é alvo de processo judicial. E de cada 100 voos internacionais entre Brasil e EUA, 79 serão processados.”, disse Dany Oliveira, diretor da IATA para o Brasil.   Recentemente as duas entidades – IATA e Abesata – estiveram juntas também a favor da manutenção do Veto Presidencial em relação a franquia de bagagens e na campanha pela Esata Legal, que defende a contratação apenas de empresas de serviços em solo devidamente regulamentadas. “Precisamos olhar para o sistema multidisciplinar do transporte aéreo e, em conjunto com os stakeholders, criar ações para democratizar o acesso ao transporte aéreo, só assim todos ganham, passageiros, companhias aéreas, aeroportos, empresas de serviços em solo e outros”, disse Dany Oliveira, da IATA.   Na visão do presidente da Abesata, os contratos das empresas aéreas com os provedores de serviços em solo impõem penalidades quando estas estão envolvidas no processo de atraso de voo ou extravio de bagagem. Isto faz com que a associação se mobilize para auxiliar no combate ao mercado de judicialização das prestações dos serviços aéreos. Para ele o caso requer o envolvimento do CNJ – Conselho Nacional de Justiça – e da AMB – Associação dos Magistrados Brasileiros – por caracterizar a conhecida prática do uso predatório do sistema de justiça.   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Vix Logística é a mais nova associada da Abesata

Serviços auxiliares do transporte aéreo são uma parte do negócio do grupo empresarial capixaba   A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo (Abesata) tem uma nova associada, a Vix Logística. Baseada no Espírito Santo, a empresa, que faz parte do Grupo Águia Branca, se transformou em uma das maiores no setor de transporte e logística do país.   Hoje possui cerca de 11 mil colaboradores e conta, entre outras atividades, com a locação e gestão de frotas de veículos, traslados de pessoas, movimentação de cargas e logística dedicada, com operações que vão de norte a sul do País e também no Mercosul. O grupo econômico pretende ampliar seu segmento de ESATA – Empresa de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo.   Para Bruno Pretti Chieppe, diretor da VIX, se tornar associada à Abesata será fundamental para o sucesso do grupo econômico. “As Esatas são essenciais para todo o setor de transporte aéreo do Brasil e vêm crescendo em importância com a tendência mundial das companhias aéreas entregarem estes serviços a empresas especializadas”, disse Chieppe. Para ele, companhias aéreas e aeroportos ganham não só redução de custos, mas aumento de eficiência e qualidade nos serviços em solo.   A associação confere ao setor força junto ao poder público e iniciativa privada, na opinião do diretor da VIX. “Além disso, a entidade oferece aos associados diversas capacitações, assessoria com relação às mudanças da legislação, representa as associadas legalmente e institucionalmente, práticas que a VIX valoriza e reconhece como de extrema importância”, disse Chieppe.   Com a nova associada, já são 12 empresas que fazem parte da Abesata. Juntas, essas companhias representam algo em torno de 80% do mercado de serviços em solo. “Estamos muito contentes com a vinda de uma nova ESATA. A iniciativa da VIX em se associar demonstra para o mercado que a empresa pretende andar nos trilhos da legalidade e da ética no segmento. De outro prisma, comprova cada vez mais que estamos no caminho correto para alcançarmos a excelência que aeroportos e operadores aéreos almejam ao passo que fortalecemos a importância da entidade associativa”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata. Mais informações em www.abesata.org   Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

Comandante Miguel Dau ministra aula inaugural no Curso de Extensão em Serviços Aeroportuários em Guarulhos

Fotos em alta: https://flic.kr/s/aHsmH2j8mX As aulas da primeira turma começaram nesta segunda-feira, dia 16 de setembro. São 200 horas-aula e o programa é válido para quem já trabalha no aeroporto ou quer trabalhar O comandante Miguel Dau, diretor de operações de GRU Airport, ministrou nesta segunda (16/9), a aula inaugural do curso de extensão em Serviços Aeroportuários que a Universidade de Guarulhos – UNG, oferecido em parceria com a Abesata (Associação Brasileiras das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo), com o apoio da Prefeitura. A primeira turma tem 50 alunos e, ao todo, serão 200 horas-aula. Todos os professores são voluntários e o programa reuniu um time de peso. Gente que vai tratar com os alunos de temas como mercado, Código Brasileiro de Aeronáutica, responsabilidade civil no transporte de bagagem e carga, modalidades dos serviços auxiliares, aerodinâmica, motores, sistema aeroportuário, ética corporativa, meio ambiente, gerenciamento de recursos de equipe e segurança contra atos ilícitos. De acordo com o presidente da Abesata, Ricardo Aparecido Miguel, o curso de extensão em Guarulhos, com a chancela do Ministério da Educação, é o primeiro passo de um projeto muito maior. O objetivo é capacitar pessoal que reside próximo do local de trabalho e criar parcerias nos municípios de várias cidades do Brasil que acolhem grandes aeroportos. Trata-se de um projeto de utilidade pública, sem fins lucrativos. Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: www.egom.com.br E-mail: egom@egom.com.br

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