Especialista explica porque corrupção acontece nas empresas: “oportunidade”, pressão por resultado e certeza da impunidade
Especialista explica porque corrupção acontece nas empresas: “oportunidade”, pressão por resultado e certeza da impunidade Para a Conselheira de Administração e especialista em Governança Corporativa, Geovana Donella, riscos podem ser controlados através de um programa de compliance, criação de um código de ética e conduta e várias políticas A corrupção não está restrita ao Poder Público. Nos últimos tempos, temos visto inúmeros casos de fraude nas empresas, desvio de produtos, propinas e outros escândalos. Na opinião da Conselheira de Administração e especialista em Governança Corporativa, Geovana Donella, a fraude acontece nas empresas graças à combinação de três fatores: funcionários que estão vivendo problemas financeiros pessoais, acesso fácil a recursos da empresa associada à percepção de impunidade e pressão por resultados. E os atos ilícitos são inúmeros, vão desde desvio de dinheiro, ocultação de gastos, adulteração de relatórios, roubo de identidade dos clientes, vazamento de informação para a concorrência, cobrança de despesas acima das reais, como os gastos com combustível, entre outros. “As vulnerabilidades estão em toda parte e só com um programa de compliance associado a uma Governança Corporativa é que isso pode ser minimizado”, disse Geovana. Para a Conselheira, que já esteve à frente de empresas como Alcoa, não adianta tentar prever quando uma pessoa vai cometer uma ilegalidade, é preciso implementar os pilares da governança e todos os órgãos do sistema de governança para garantir que a empresa siga os rumos definidos pelo Conselho Administrativo. A empresa precisa ser monitorada para avaliar os resultados e corrigir possíveis desvios, em um processo constante. A saída para o combate à corrupção nas empresas passa por uma cultura de Governança Corporativa. “Os riscos corporativos não precisam mais ser o temor máximo, eles podem ser controlados e administrados.” “A empresa é um ecossistema, retórica e prática precisam estar alinhadas”, afirma Geovana. Lembrando que nos dias de hoje transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa são os pilares para as companhias que querem ir mais longe. Geovana é Conselheira de Administração de várias empresas, entre outras da Merheje, empresa líder em fabricação de itens para cuidados pessoais. Geovana Donella é conselheira de administração em diversas empresas familiares, entre elas Merheje, SUHAI Seguros, Grupo QG, Centro Oncológico de Niterói (CON) e Verbo Comunicação, onde é Presidente do Conselho Consultivo. Geovana é especialista em Governança Corporativa e Gestão de Empresas, atuou como Presidente do Cel Lep, como COO (Chief Operation Officer) do Grupo Multi Holding (atual Pearson) e Superintendente da Alcoa Alumínio. É mentora da Exame PME e Mentora da Liga Empreendedores Insper. Atualmente, é membro do Comitê de Conselhos de Administração do Instituto de Governança Corporativa – IBGC e professora convidada de Governança Corporativa em vários MBA’s no Brasil. Geovana é bacharel e licenciada em Matemática, pós-graduada em Administração Industrial pela POLI-USP, tem MBA em Gestão de Franquias pela FIA e Conselheira de Administração pelo IBGC. Informações para a imprensaEgom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981Daya Lima (11) 98207 5278Marcela Matos (11) 98447 1756Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br
Swissport inaugura nova base em Fortaleza para atender handling de carga da Air France e KLM
Swissport inaugura nova base em Fortaleza para atender handling de carga da Air France e KLM Objetivo da empresa de handling é fortalecer a parceria de longa data com o cliente global, já atendido também em Guarulhos, Viracopos e Galeão. Swissport também vislumbra outras oportunidades de negócios com mais companhias aéreas no Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza A Swissport vai inaugurar uma nova base no Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza, para atender, a partir de maio, o handling de carga dos três voos semanais da KLM (Amsterdã-Fortaleza), a bordo do A330-200, e os voos da Joon, empresa da Air France, também em três frequências semanais de Paris para Fortaleza, a bordo do A340-300. A nova base vai contar com sete colaboradores, sendo cinco agentes de carga, um supervisor e um profissional administrativo. O escritório da Swissport fica na área da CIOPAER (Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas) ao lado do Terminal de Cargas. “O crescimento deste Aeroporto com a vinda da Air France/KLM em parceria com a Gol tanto para conexões domésticas e internacionais já é um fato que fará deste Aeroporto um hub (centro de distribuição) altamente produtivo, proporcionando um dinamismo econômico e logístico para todo o Norte e Nordeste”, disse Renata Darakjian, CEO da Swissport no Brasil. Saiba mais sobre a Swissport Presente em 280 aeroportos de 48 países e administrando 133 armazéns de carga aérea, a Swissport oferece uma gama bastante abrangente de serviços aeroportuários – incluindo suporte às operações das aeronaves (Ground Handling), serviços de carga aérea, suporte à aviação executiva e serviços de Segurança da Aviação Civil (AVSEC). Além de prover serviços de treinamento à comunidade aeroportuária. Prestes a completar duas décadas de atuação no Brasil, a Swissport está presente nos 12 principais aeroportos brasileiros, gerando aproximadamente 5 mil empregos diretos. Mensalmente, atende 26 mil voos. A preocupação da Swissport com a Segurança Operacional fez com que a empresa fosse a primeira do setor, no Brasil, a receber a certificação ISAGO, em 2015 (uma auditoria da IATA com foco na segurança operacional). Em todo o mundo, Swissport International Ltd oferece serviços em solo para mais de 230 milhões de passageiros e movimenta 4,3 milhões de toneladas de carga por ano, atendendo 835 companhias no segmento de aviação. Com um time de colaboradores de 62 mil pessoas, a Swissport tem mais de 280 bases em 48 países, nos cinco continentes e gera uma receita de operação consolidada de 2,7 bilhões de euros. Mais informações em www.swissport.com Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ (Novo!) E-mail: egom@egom.com.br Visite a Egom PR Agency no Facebook!
Projeto social “Expandindo Horizontes” é inaugurado em São Paulo

Projeto social “Expandindo Horizontes” é inaugurado em São Paulo Na semana passada, a Help Alliance, organização sem fins lucrativos da Lufthansa, inaugurou o projeto social Expandindo Horizontes em São Paulo. O objetivo da iniciativa é ampliar os horizontes de 30 estudantes, com idades entre 17 e 22 anos, moradores da vizinhança do Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, ao oferecer a eles uma oportunidade de educação profissionalizante, conectada a uma das áreas de negócios do Grupo Lufthansa. O projeto será desenvolvido nos arredores da maior unidade da América Latina da LSG Sky Chefs, onde também vive a maioria dos 1.800 trabalhadores da empresa. Ao incluir os familiares dos colaboradores da LSG Sky Chefs entre os beneficiários do programa, o Grupo Lufthansa também cria um impacto positivo nestas pessoas, como cidadãos. Além dos jovens filhos de funcionários da LSG Sky Chefs, o projeto vai apoiar adolescentes que residem nas comunidades do entorno sem qualquer relação com a empresa. “O Grupo Lufthansa considera o mercado brasileiro muito importante no contexto global. Isso fica evidenciado com os 60 anos de conexão entre o Brasil e o nosso mercado de origem, a Alemanha, e também pelo fato de as várias companhias do grupo (Lufthansa Airlines, Lufthansa Cargo, Lufthansa Systems, Lufthansa Consulting e LSG Sky Chefs) empregarem mais de 2000 pessoas no Brasil”, disse o representante para a América do Sul do Grupo Lufthansa e CEO da LSG Holding (LSG Sky Chefs), Erdmann Rauer. “O projeto ‘Expandindo Horizontes’ reforça o nosso compromisso com o mercado ao promover e apoiar educação e capacitação para além dos nossos colaboradores, oferecendo oportunidades que de fato vão ampliar os horizontes dos jovens brasileiros envolvidos.” O conceito do projeto Expandindo Horizontes inclui o lançamento de um novo curso de “Panificação e Confeitaria” com o apoio financeiro da Help Alliance e a infraestrutura e a expertise da Escola Natasha. Como existem muitas empresas de catering, hotéis, hospitais e cadeias de supermercados na área, a região tem elevada demanda de mão de obra neste tipo de trabalho. O curso profissionalizante, desenvolvido sob demanda para o Grupo Lufthansa, será composto por aulas teóricas (Administração, Legislação, Comunicação, Empreendedorismo, Nutrição etc) e módulos práticos com o uso de uma cozinha industrial (Higiene, Segurança do Trabalho, Manuseio de Equipamentos, leitura de receitas e preparo de alimentos), em um programa de 400 horas/ aula (com duração de 5 a 6 meses). A Help Alliance também financiou a construção de um laboratório, batizado de “Expandindo Horizontes” que vai ser usado para aulas práticas na escola e ficará como legado para outros projetos futuros encabeçados pelo Grupo Lufthansa ou outros parceiros. O projeto também inclui um programa de voluntariado corporativo que irá promover orientação (mentoria) entre estudantes e funcionários locais. Através desta mentoria, os estudantes vão receber uma assistência adicional e os colaboradores-mentores serão beneficiados com a oportunidade de desenvolver as habilidades de liderança. No curto prazo, o Grupo Lufthansa quer empoderar os jovens adolescentes com a perspectiva de um futuro melhor através da educação e longe das drogas, prostituição e outras ameaças. No longo prazo, o objetivo é formar mão de obra qualificada pronta para ser absorvida pelo mercado de trabalho, tanto pela LSG Sky Chefs quanto outras empresas da região. Uma das maiores iniciativas comunitárias da Lufthansa é a organização Help Alliance, dirigida por seus próprios funcionários. Através dos 35 projetos atualmente apoiados pela Help Alliance, cerca de 10 mil crianças e jovens têm sido cuidados e amparados. A organização sem fins lucrativos ajuda jovens a terem acesso à educação e permite que escolham os rumos das próprias vidas. Além do foco maior em educação e capacitação, a Help Alliance apoia o empreendedorismo. Nos últimos anos, algo em torno de 140 projetos foram desenvolvidos. Sobre a Help Alliance A Help Alliance é a organização assistencial do Grupo Lufthansa e dos seus funcionários, e forma o pilar central das atividades do grupo na área de Responsabilidade Social. Como uma companhia de atuação global e integrante da comunidade alemã e internacional, o Grupo Lufthansa assume responsabilidades além das atividades comerciais regulares para lidar com os desafios atualmente enfrentados pela sociedade. Fundada em 1999 por um grupo de 13 funcionários da Lufthansa, esta instituição privada, limitada e sem fins lucrativos está atualmente conduzindo 20 projetos em todo o mundo cujo objetivo em particular é oferecer acesso à educação para jovens a fim de que eles possam ter a vida que escolherem. Além do foco central, educação, a entidade também promove o empreendedorismo. Nos últimos anos, a Help Alliance apoiou cerca de 140 projetos. O conteúdo dos projetos em todos os casos está alinhado com os rigorosos padrões da Convenção de Direitos das Crianças das Organização das Nações Unidas e as metas sustentáveis da ONU. Sobre o Lufthansa Group O Lufthansa Group é o maior grupo de aviação do mundo em termos de faturamento e é também líder de mercado na Europa. O Grupo almeja ser a “Primeira escolha em Aviação” para os clientes, funcionários, acionistas e parceiros. E segurança, qualidade, confiabilidade e inovação são as principais credenciais e prioridades para todas as atividades de negócios. O Grupo Lufthansa é dividido em três áreas estratégicas: companhias aéreas de hub, negócio ponto a ponto e companhias de serviço. As companhias aéreas do Grupo, com as marcas premium como Lufthansa, SWISS e Austrian Airlines, atendem os mercados domésticos a partir dos hubs de Frankfurt, Munich, Zurique e Viena. Com a marca Eurowings, o Grupo oferece serviços de curta e longa distância e conexões ponto a ponto no crescente mercado de viagens. E, com as companhias aéreas de serviços, que são líderes globais nas áreas de atuação, o Grupo Lufthansa obteve sucesso em outras áreas da indústria aeronáutica. Para mais informações, visite www.lufthansagroup.com Download da imagem: https://flic.kr/p/FhTC4v Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br Visite a Egom PR Agency no Facebook!
Grupo Lufthansa atinge o melhor resultado da história
Grupo Lufthansa atinge o melhor resultado da história Resultados de 2017 O EBIT ajustado cresceu cerca de 70% para algo em torno de 3 bilhões de euros A margem de EBIT ajustado subiu 2,9 pontos percentuais para 8,4% Crescimento de ganhos foi impulsionado principalmente pelas companhias aéreas do Grupo (incluindo cargo) Faturamento subiu 12,4% para 35,6 bilhões de euros Custos unitários ainda mais reduzidos Dividendos 60% maiores propostos com pagamento de 0,80 euro por ação Perspectivas para 2018 Desenvolvimento estável da receita unitária esperado Custos unitários devem ser ainda mais reduzidos em 1% ou 2% Custos de combustível mais altos em algo em torno de 700 milhões de euros têm expectativa de serem compensados com o aumento da performance de operação O EBIT ajustado para o ano deve ser apenas pouco abaixo do recorde de 2017 “Nossos esforços dos últimos anos estão retornando. Nossa modernização tem um impacto sustentável. Nós atingimos o melhor resultado da história da nossa companhia. 2017 foi um ano muito bom para nossos clientes, nossos funcionários e nossos acionistas”, disse Carsten Spohr, Chairman do Conselho Executivo e CEO da Deutsche Lufthansa AG. “No ano passado, fomos capazes de reduzir os custos de novo, enquanto ao mesmo tempo nos tornamos a primeira – e a única – companhia aérea na Europa a ser premiada com cinco estrelas. Nós estamos reduzindo nossos custos onde isso não afeta o cliente, e simultaneamente estamos investindo mais em nosso produto e na qualidade dos serviços.” O faturamento total do Grupo Lufthansa em 2017 chegou a 35,6 bilhões, uma alta de 12,4% sobre o ano anterior. O EBIT ajustado de 2,97 bilhões representa significativos 69,7% de alta em um ano em relação ao ano anterior. E os 8,4% de margem do EBIT ajustado está 2,9 pontos percentuais acima se comparado com o ano anterior. O EBIT para o ano aumentou mais de 1 bilhão de euros, para 3,3 bilhões de euros. O grande aumento do EBIT inclui o efeito positivo dos 582 milhões de euros do acordo coletivo com o sindicato dos pilotos da Lufthansa, Lufthansa Cargo e Germanwings, que foi reconhecido na demonstração de resultados de dezembro. “Nós estamos particularmente satisfeitos porque fomos mais uma vez capazes de reduzir os custos unitários das companhias aéreas de transporte de passageiros, excluindo os fatores combustível e câmbio, no ano passado. Isso, em particular, pelo fato dos custos com transporte de passageiro terem subido em razão das taxas de ocupação mais elevadas, a remuneração variável foi maior graças ao bom resultado desenvolvido, e custos adicionais decorrentes das compensações pagas por conta dos cancelamentos de voos da Air Berlim sobrecarregaram nossos custos também” , acrescentou Ulrik Svensson, Chief Financial Officer (CFO) da Deutsche Lufthansa AG. “Excluindo estes fatores de efeito único, nossos custos unitários foram reduzidos em 1,8%.” O Grupo Lufthansa investiu 3 bilhões de euros em 2017, cerca de um terço a mais do que no ano anterior. Isso é parcialmente devido aos investimentos de 900 milhões de euros em aeronaves em operação na Air Berlin. “Estes elevados investimentos também refletem o aumento do tamanho do Grupo. Mas os investimentos relativos ao faturamento permanecem de acordo com as mais bem sucedidas companhias aéreas”, comentou Ulrik Svensson. “O importante é que a taxa de retorno do capital continua a crescer. Em 2017, nosso ROCE Ajustado (depois dos impostos) cresceu 4,6 pontos percentuais para 11,6%.” Apesar das elevadas despesas, o fluxo de caixa livre praticamente dobrou em 2017 para 2,3 bilhões de euros. O débito financeiro líquido aumentou 6,8% para 2,9 bilhões de euros. Estes dados incluem o financiamento de 1,7 bilhão de euros para o novo modelo de contribuições para o fundo de pensão dos comissários de voo. O total das provisões destinadas a pensão foi reduzido em cerca de 3,2 bilhões em 2017. O índice de capital no fim do ano ficou em 26,5%, uma alta de 5,9 pontos percentuais. “Com base nestes resultados muito bons, propusemos um dividendo de 0,80 euro por ação para a Assembleia Geral Anual”, disse Ulrik Svensson. “Isso representa um aumento de 60% no pagamento, se comparado com o ano anterior. Este o nível mínimo de pagamento que nós desejamos manter para os próximos anos. ” Companhias aéreas em rede As companhias aéreas do Grupo – Lufthansa, SWISS e Austrian Airlines – aumentaram o EBIT Ajustado em cerca de 50% para 2,3 bilhões. Com a demanda alta e um ambiente de preços favorável, as companhias aéreas em rede aumentaram a margem EBIT em 2,6 pontos percentuais para quase 10%. Companhias ponto a ponto Apesar das significativas despesas oriundas da aquisição de capacidade da Air Berlin, Eurowings reduziu os custos unitários, excluindo combustível e câmbio, em 6,5%. Tendo isso com pano de fundo e com a forte demanda do mercado, o EBIT Ajustado cresceu 200 milhões de euros. Apesar dos fatores únicos relacionados à consolidação do mercado, as companhias aéreas ponto a ponto do Grupo aumentaram a margem do EBIT Ajustado em 7,3 pontos percentuais e atingiram um EBIT Ajustado positivo de cerca de 100 milhões de euros. O crescimento inorgânico depois da insolvência da Air Berlin vai dar uma contribuição positiva para as companhias aéreas ponto a ponto de 2019 em diante. Aviation Services Os serviços aeronáuticos do Grupo em conjunto atingiram um resultado muito bom, apesar do desenvolvimento entre as áreas de negócios apresentar diferenças. Uma combinação de redução de custos e demanda elevada ajudou a Lufthansa Cargo a aumentar o EBIT Ajustado em cerca de 300 milhões de euros para 242 milhões de euros. Os 415 milhões de faturamento da Lufthansa Technik está totalmente alinhado com os níveis do ano passado. No contexto das contínuas transformações das operações aéreas na Europa, o Grupo LSG registrou um declínio de 38 milhões no faturamento no ano, passando para 66 milhões de euros. Perspectivas Os 700 milhões de alta nos custos de combustível podem ser compensados com a melhoria da performance operacional, sendo assim em 2018, um EBIT Ajustado apenas um pouco abaixo é esperado. A capacidade orgânica deve
Kuehne + Nagel realizará lançamento nacional da nova plataforma digital Sea Explorer durante a Intermodal
Kuehne + Nagel realizará lançamento nacional da nova plataforma digital Sea Explorer durante a Intermodal Evento será uma oportunidade para que clientes possam conhecer a nova plataforma e as suas funcionalidades A Kuehne + Nagel estará presente na Intermodal South America, que acontece entre os dias 13 e 15 de março em São Paulo, e quer aproveitar o importante evento para lançar o Sea Explorer no Brasil. A nova plataforma digital, divulgada globalmente no início do mês, oferece aos clientes acesso fácil à mais completa rede global de serviços marítimos. “A nova plataforma engloba os principais serviços do mercado marítimo, analisa e classifica cada um deles de acordo com fatos reais, como tempo de trânsito e capacidade média dos navios, o que dá confiabilidade para o cliente planejar a sua cadeia logística. Adicionalmente, através do Sea Explorer é possível medir as emissões de CO2 dos navios e optar por aquele serviço que causa menos dano ao meio ambiente”, explicou Gabriel Zorzi, Diretor de Transporte Marítimo no Brasil. Durante a Intermodal, além da equipe de especialistas das áreas de transporte aéreo, marítimo, desembaraço aduaneiro, logística de armazenagem, seguro, soluções de informação, também estará presente a diretoria da empresa, incluindo o presidente Eduardo Razuck, para receber os clientes em seu estande. Perspectivas para 2018 “Estamos otimistas em relação a 2018, as perspectivas são muito boas, temos o cliente no centro de nossa estratégia, seguimos investindo em nossas pessoas, tecnologia e reforçando nossa estrutura em vendas”, disse Adriana Martins – Diretora de Vendas + Marketing no Brasil. Para ela, além das áreas onde são líderes de mercado, o segmento de logística de armazenagem tem sido destaque no país em termos de crescimento nos últimos dois anos. “A Kuehne + Nagel busca entender as necessidades dos clientes para propor soluções inovadoras e tem foco contínuo na excelência em serviços para garantir a melhor experiência aos nossos clientes e funcionários.” Na Intermodal, o estande da Kuehne + Nagel é o 6-45. Sobre a Kuehne + Nagel Com mais de 76 mil colaboradores, em mais de 1.300 localidades e em mais de 100 países, o Grupo Kuehne + Nagel é uma das empresas líderes em logística do mundo. Sua forte posição de mercado tem base nos transportes marítimo, aéreo, rodoviário e logística de armazenagem, com um claro foco na prestação de soluções logísticas integradas com o suporte de recursos tecnológicos. Para mais informações acesse www.kuehne-nagel.com Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278Marcela Matos (11) 98447 1756Sala de imprensa: www.egom.com.br
Blu Logistics planeja replicar no Brasil e em outros países da América Latina complexo logístico de cross-docking e supply chain da Colômbia
Blu Logistics planeja replicar no Brasil e em outros países da América Latina complexo logístico de cross-docking e supply chain da Colômbia Por aqui, projeto começa com um trabalho focado nos terminais portuários de zona primária e secundária Depois do sucesso do maior complexo logístico de cross-docking e supply chain da Colômbia, a Blu Logistics quer replicar o modelo em outros países da América Latina, incluindo o Brasil. A estrutura em Bogotá é composta de armazéns gerais e alfandegados que totalizam 19 mil metros quadrados, além de outros 40 mil metros quadrados espalhados pelo país. Com isso, a Blu Logistics possui uma plataforma considerada maior que a dos correios. Tudo isso faz com que o complexo esteja capacitado a atender toda a cadeia de suprimentos para clientes de grande porte, tais como Nivea e Schwarzkopf, com serviços de armazenagem, recebimento e entrega, montagem de kits e distribuição. “Podemos falar que o modelo da Colômbia deve ser replicado nos outros países da América Latina, onde temos operações Blu. No caso do Brasil, começaremos com um trabalho focado nos terminais portuários de zona primária e secundária, com assessoria e negociações sob medida e de acordo com a necessidade de nossos clientes”, disse Gabriel Carvalho, diretor comercial da Blu. A empresa de logística internacional, com foco nos modais marítimo e aéreo, fundada na Colômbia há 23 anos, está comemorando 5 anos de Brasil. Neste período, o volume de carga movimentada aumentou 138%. Em todo o mundo, a Blu está presente em 10 países, principalmente Américas e Ásia, contando com 50 escritórios próprios. No Brasil, começou a operar em 2013 e já é segundo lugar em movimentação de carga de origem Extremo Oriente no ranking de Freight Forwarders. Na China, onde tem oito escritórios próprios, já é líder em remessa de cargas para a Colômbia e para o Brasil. Mais informações em https://www.blulogistics.com Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br Visite a Egom PR Agency no Facebook!
Abesata participa do 4th Latin America Airport Expansion Summit em Buenos Aires
Abesata participa do 4th Latin America Airport Expansion Summit em Buenos Aires Hoje (8) e amanhã (9), a diretoria da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo) participa do 4th Latin America Airport Expansion Summit em Buenos Aires, na Argentina. Um dos mais importantes eventos da região a respeito do desenvolvimento dos aeroportos da América Latina e Caribe, incluindo aspectos como modernização, investimentos, regulação, eficiência a segurança operacional. Estarão na Argentina o presidente da entidade, Ricardo Miguel, e os diretores Valter Zonato, presidente da empresa de ground handling RP, e Adriano Bruno, da Real Aviation Services. Para Miguel, será uma importante oportunidade, uma vez que a privatização dos aeroportos brasileiros será um dos temas principais do encontro. O Secretário de Aviação Civil, Dario Lopes, vai falar sobre a importância da escolha das concessionários e dos desafios para privatizar 54 aeroportos. Outros destaques são a palestra do Comandante Miguel Dau, à frente de GRU Airport, e o estudo de caso sobre a regulação do setor no Brasil, a cargo de Rafael Scherre, da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Miguel também apontou com um dos pontos altos do evento em Buenos Aires é o estudo de caso sobre as melhorias e expansão do Aeroporto de Brasília, a ser conduzida por Juan Horacio Djedjeian, da Inframerica. Na visão do presidente da Abesata, o 4th Latin America Airport Expansion Summit em Buenos Aires pode ser uma ótima oportunidade para repensar o modelo de privatização que o Brasil está adotando e separar o que é conquista para a indústria da aviação brasileira, do que, de fato, não é. “Privatizar não é resolver os problemas, não basta apenas entregar aeroportos para a iniciativa privada, tem que regular e monitorar”, explica. Mais informações www.abesata.org Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br Visite a Egom PR Agency no Facebook!
Conselheira de administração de várias empresas revela porque se tornou uma “defensora presença da mulher nos altos cargos de administração”
Conselheira de administração de várias empresas revela porque se tornou uma “defensora presença da mulher nos altos cargos de administração” Primeira mulher a ocupar o cargo de superintendente da Alcoa no mundo, presidente de várias empresas e hoje consultora de administração de diversas outras, Geovana Donella conta que quando começou tinha que trabalhar dobrado para provar que era tão eficiente quanto um colega do sexo masculino. Hoje, o cenário é outro Um convite para se tornar a primeira mulher a ocupar o cargo de superintendente da Alcoa no mundo fez a executiva Geovana Donella se transformar em defensora da presença da mulher nos altos cargos de administração das empresas. Geovana, hoje conselheira de administração de várias empresas e especialista em Governa Corporativa, conta que estava em uma outra empresa quando recebeu o convite da Alcoa e, apesar de atraente, não aceitou de imediato. “Só decidi aceitar quando, três meses depois, me procuraram de novo com a oferta e me disseram que eu seria a primeira mulher no mundo a ocupar aquele posto”, explica. Geovana foi superintendente da Alcoa por oito anos. Na visão da executiva, há 20 anos, uma mulher tinha que trabalhar dobrado para provar que era tão capaz quanto um homem. Hoje, o cenário é outro. O trabalho é medido mais através da meritocracia, do cumprimento das metas e de outras métricas. Ao mesmo tempo, já se sabe que a presença feminina nos altos cargos de administração de uma empresa ainda é pequena. Pesquisas mostram, segundo ela, que as mulheres ocupam 22% dos cargos gerenciais no Brasil, mas no nível de diretoria apenas 9% dos postos são ocupados por elas. “Isso também tem relação com o ciclo de vida da mulher, que inclui casamento, filhos e tudo mais, e a opção profissional de cada uma”, explica. Resultados melhoram com a presença feminina De toda forma, no mundo inteiro, a presença feminina no alto comando das companhias é vista hoje como muito positiva para os resultados. Segundo a executiva, um estudo da Catalyst mostra que a diversidade eleva o lucro. Empresas que têm forte presença feminina no conselho apresentam resultados até 40% superiores aos concorrentes. “As características do homem e da mulher são diferentes na hora de tomar decisão, juntos o resultado é comprovadamente melhor.” A Catalyst é uma organização sem fins lucrativos global que trabalha com CEOs para fomentar a presença feminina no ambiente de trabalho. No Brasil, do total de cadeiras em Conselhos de Administração existentes, apenas 7% são ocupadas por mulheres. Se forem excluídas as acionistas, o percentual cai para 3%. Em uma empresa, independente do porte ou da área de negócios, o papel do conselho é ser é o guardião da empresa, é ele que ajuda a companhia ter um olhar a curto, médio e longo prazos, fazer a estratégia, monitorar e incentivar a empresa a ter boas práticas de governança. Geovana Donella é conselheira de administração em diversas empresas familiares, entre elas Merheje, SUHAI Seguros, Grupo QG, Centro Oncológico de Niterói (CON) e Verbo Comunicação, onde é Presidente do Conselho Consultivo. Geovana é especialista em Governança Corporativa e Gestão de Empresas, atuou como Presidente do Cel Lep, como COO (Chief Operation Officer) do Grupo Multi Holding (atual Pearson) e Superintendente da Alcoa Alumínio. É mentora da Exame PME e Mentora da Liga Empreendedores Insper. Atualmente, é membro do Comitê de Conselhos de Administração do Instituto de Governança Corporativa – IBGC e professora convidada de Governança Corporativa em vários MBA’s no Brasil. Geovana é bacharel e licenciada em Matemática, pós-graduada em Administração Industrial pela POLI-USP, tem MBA em Gestão de Franquias pela FIA e Conselheira de Administração pelo IBGC. Informações para a imprensaEgom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981Daya Lima (11) 98207 5278Marcela Matos (11) 98447 1756Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br
Com alta nos juros do cheque especial, empréstimo consignado é um dos mais procurados pelo consumidor
Com alta nos juros do cheque especial, empréstimo consignado é um dos mais procurados pelo consumidor Associação alerta para o risco de golpe na contratação e dá dicas que como pedir o empréstimo sem riscos Por conta das despesas extras do início de ano – matrícula, material escolar, IPVA, IPTU etc. – muitas pessoas estão recorrendo a empréstimos bancários para manter as contas em dia. Com a elevação das taxas de juros do cheque especial, o empréstimo consignado tem sido um dos mais procurados, cujas parcelas são debitadas diretamente da folha de pagamento ou do benefício do INSS, no caso de aposentado. “A modalidade de empréstimo consignado é uma das melhores alternativas hoje, por conta da taxa de juros mais atraente, mas é preciso tomar cuidado na hora de contratar este tipo de crédito”, disse Edison João Costa, presidente da Aneps (Associação Nacional das Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País), que representa cerca de 140 mil empresas de correspondentes no Brasil. A primeira medida é verificar se a pessoa que está cuidando do seu pedido de empréstimo é certificada, como exige o Banco Central. Esta certificação atesta a qualidade do profissional e ajuda a garantir a qualidade do atendimento, bem como a segurança da operação, reduzindo o número de fraudes. O segundo alerta vai para a cobrança de taxas ilegais. A entidade vem recebendo muitas denúncias de vítimas de cobranças de taxas para a “liberação dos empréstimos”. Esta prática é proibida e ninguém tem de “pagar algum valor antes de ter o empréstimo liberado”, afirma Costa. Segundo ele, quem cobra isso está cometendo um crime e deverá ser impedido de atuar na rede de correspondente. Em todo o Brasil, são mais de 374 mil pontos de venda que oferecem serviços financeiros, fora das agências bancárias, como terceirizados. Nestes locais, especialmente em cidades menores, as pessoas pagam contas, remetem dinheiro para outras pessoas e contratam empréstimos pessoais, imobiliários, financiamentos para compra de carros, entre outros, incluindo os empréstimos consignados para aposentados. Os correspondentes no país, popularmente conhecidos como correspondentes bancários, levam os serviços financeiros a todas as pessoas, universalizando o sistema bancário e garantindo capilaridade. O profissional que trabalha em um correspondente diretamente em contato com o público consumidor, na oferta de produtos financeiros, deve obrigatoriamente ser certificado de acordo com a Resolução nº 3954/2011 imposta pelo Banco Central. Só assim é possível garantir capacitação técnica e fortalecimento do sistema. A Aneps tem um canal de ouvidoria em que recebe constantes denúncias deste gênero. Para se ter uma ideia, se comprovada a denúncia contra uma pessoa envolvida em fraude, esta pode perder sua certificação e ficar fora do mercado. Saiba mais sobre a Aneps (Associação Nacional das Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País) As empresas promotoras de crédito e correspondentes atuam de forma independente como terceirizadas para financiadores ou credores, ou seja, prestam serviços financeiros fora das agências. Estes profissionais realizam recebimentos de pequenas contas, como água, luz, telefone entre outros, e pagamento de 57% dos benefícios sociais, como aposentadoria e Bolsa Família. Segundo o site do Banco Central do Brasil, mais de 374 mil postos de atendimento ao consumidor. Um segmento econômico que gera cerca de 1,7 milhão de postos de trabalho. A Aneps foi criada em 2001 para representar os interesses dessas empresas e obter o reconhecimento como categoria importante na cadeia produtiva. Para mais informações, acesse www.aneps.org.br. Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br Visite a Egom PR Agency no Facebook!
Material escolar, IPVA, IPTU e outras despesas fazem aumentar a procura por empréstimo consignado
Material escolar, IPVA, IPTU e outras despesas fazem aumentar a procura por empréstimo consignado Associação alerta para o risco de contratar empréstimo com um profissional não certificado, como exige o Banco Central Por conta das despesas extras do início de ano – matrícula, material escolar, IPVA, IPTU etc. – muitas pessoas estão recorrendo a empréstimos bancários para manter as contas em dia. O mais procurado tem sido o chamado empréstimo consignado, cujas parcelas são debitadas diretamente da folha de pagamento ou do benefício do INSS, no caso de aposentado. “A modalidade de empréstimo consignado é uma das melhores alternativas hoje, por conta da taxa de juros mais atraente, mas é preciso tomar cuidado na hora de contratar este tipo de crédito”, disse Edison João Costa, presidente da Aneps (Associação Nacional das Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País), que representa cerca de 140 mil empresas de correspondentes no Brasil. A primeira medida é verificar se a pessoa que está cuidando do seu pedido de empréstimo é certificada, como exige o Banco Central. Esta certificação atesta a qualidade do profissional e ajuda a garantir a qualidade do atendimento, bem como a segurança da operação, reduzindo o número de fraudes. O segundo alerta vai para a cobrança de taxas ilegais. A entidade vem recebendo muitas denúncias de vítimas de cobranças de taxas para a “liberação dos empréstimos”. Esta prática é proibida e ninguém tem de “pagar algum valor antes de ter o empréstimo liberado”, afirma Costa. Segundo ele, quem cobra isso está cometendo um crime e deverá ser impedido de atuar na rede de correspondente. Em todo o Brasil, são mais de 374 mil pontos de venda que oferecem serviços financeiros, fora das agências bancárias, como terceirizados. Nestes locais, especialmente em cidades menores, as pessoas pagam contas, remetem dinheiro para outras pessoas e contratam empréstimos pessoais, imobiliários, financiamentos para compra de carros, entre outros, incluindo os empréstimos consignados para aposentados. Os correspondentes no país, popularmente conhecidos como correspondentes bancários, levam os serviços financeiros a todas as pessoas, universalizando o sistema bancário e garantindo capilaridade. O profissional que trabalha em um correspondente diretamente em contato com o público consumidor, na oferta de produtos financeiros, deve obrigatoriamente ser certificado de acordo com a Resolução nº 3954/2011 imposta pelo Banco Central. Só assim é possível garantir capacitação técnica e fortalecimento do sistema. A Aneps tem um canal de ouvidoria em que recebe constantes denúncias deste gênero. Para se ter uma ideia, se comprovada a denúncia contra uma pessoa envolvida em fraude, esta pode perder sua certificação e ficar fora do mercado. Saiba mais sobre a Aneps (Associação Nacional das Empresas Promotoras de Crédito e Correspondentes no País) As empresas promotoras de crédito e correspondentes atuam de forma independente como terceirizadas para financiadores ou credores, ou seja, prestam serviços financeiros fora das agências. Estes profissionais realizam recebimentos de pequenas contas, como água, luz, telefone entre outros, e pagamento de 57% dos benefícios sociais, como aposentadoria e Bolsa Família. Segundo o site do Banco Central do Brasil, mais de 374 mil postos de atendimento ao consumidor. Um segmento econômico que gera cerca de 1,7 milhão de postos de trabalho. A Aneps foi criada em 2001 para representar os interesses dessas empresas e obter o reconhecimento como categoria importante na cadeia produtiva. Para mais informações, acesse www.aneps.org.br. Informações para a imprensa Egom PR Agency – (11) 3666 7979/ 3666 7981 Daya Lima (11) 98207 5278 Marcela Matos (11) 98447 1756 Sala de imprensa: https://egom.com.br/press-releases/ E-mail: egom@egom.com.br Visite a Egom PR Agency no Facebook!