No primeiro dia do IBAS 2019  (International Brazil Air Show), realizado no Aeroporto de Guarulhos, uma série de painéis sobre Ground Handling reuniu aeroportos, agência reguladora, companhias aéreas e empresas de serviços auxiliares para debater os desafios do setor hoje e nos próximos anos. Em todas as falas a preocupação com o crescimento de empresas piratas esteve presente. Além, é claro, da preparação do segmento para um crescimento do modal aéreo no Brasil: “O Brasil é a bola da vez”, realçou o diretor da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Ricardo Bezerra.

 

Nos últimos anos, tem crescido exponencialmente o número de empresas de serviços auxiliares que não cumprem os requisitos legais para atuar no sítio aeroportuário. Todos os casos têm sido levados às autoridades, mas o problema ganhou proporções tão grandes que motivou a criação de uma campanha educativa para que companhias aéreas e aeroportos saibam identificar uma ESATA Legal e venham a conhecer os riscos e as implicações de contratar uma empresa ilegal. A campanha conta com o apoio das principais entidades do segmento e do Ministério da Infraestrutura.

 

“Uma vez que uma Esata é um prolongamento de um operador aéreo ou de aeródromo, ficamos preocupados quando vemos um diretor de operações do maior aeroporto da América Latina dizer que tem que lidar com 44 empresas de ground handling sem qualquer subsídio legal para coibir a prática de aventureiros”, disse Ricardo Aparecido Miguel, presidente da Abesata, se referindo à palestra do diretor de operações de GRU Airport, Miguel Dau. E finaliza: “Por outro lado, fico contente em ouvir um Diretor da Anac afirmar que a Agência vai exercer seu papel de fiscalizador e interferir sempre que tomar conhecimento da presença de uma empresa irregular exercendo a atividade de uma Esata”.

 

O primeiro painel, moderado pelo presidente da Abesata, teve como tema o “Panorama dos Serviços de transporte aéreo” e contou com a participação de Ricardo Bezerra, diretor da Anac, Adrian Elkuch, diretor de operações do BH Airport e Ricardo Bernardi, advogado especialista em direito aeronáutico.

 

No segundo painel, o tema foi “Principais desafios para o setor de ground handling” e participaram desta rodada Rubens Pereira Leitão Filho, CEO da WFS-Orbital, comandante Miguel Dau, diretor de operações de GRU Airport, e o diretor de vendas da BYD, Carlos Augusto Serra Roma. A moderação ficou a cargo de Rogério Benevides, engenheiro e consultor técnico da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas).

 

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