Para Geovana Donella, conselheira de várias empresas, o importante é escolher um time que tenha formação para ser conselheiro de empresa e forte ligação com os valores da companhia

Se no passado, contar com um conselho de administração ou mesmo consultivo era algo restrito às grandes empresas, hoje pequenas e médias  empresas estão vendo que isso pode fazer toda a diferença no sucesso do empreendimento. Especialmente em tempos de retomada econômica e perspectiva de crescimento do país.

“O conselho é o guardião da empresa, é ele que faz a estratégia, monitora e incentiva a empresa a ter boas práticas de governança e gestão” disse Geovana Donella, conselheira de várias empresas familiares e especialista em Governança Corporativa. Para ela, muitas empresas estão apostando que com conselheiros experientes também vão ter mais facilidade para rever o planejamento estratégico e reagir melhor aos movimentos do mercado, tirando melhor proveito do crescimento da economia do país.

Mas Geovana faz um alerta para os cuidados na escolha do time de conselheiros. “É preciso que de fato seja uma pessoa capacitada para exercer a função de conselheiro, tenha formação para isso e já tenha experiência em outros conselhos. Também sempre digo que para ser conselheiro é preciso ter tempo disponível, conhecimento técnico, além de habilidades e competências fundamentais para a função”, explica.  Geovana também defende que um conselheiro possua forte relação com os valores da empresa, uma carreira pautada em resultados e absoluta retidão. Caso contrário, o tiro pode sair pela culatra.

Em geral, a trajetória do empreendedor é muito solitária, mas tudo muda quando ele descobre que pode contar com um time de conselheiros, profissionais experientes, vividos. “Gente que já esteve em todas as cadeiras, já viveu, já errou e agora está pronta para participar daquela empresa, ajudar a criar a estratégia para aquele negócio e monitorar, o que é fundamental”, afirma. O grande risco é colocar pessoas que não atendem ao perfil de um conselheiro. “Neste caso, as estratégias podem levar para o lado errado”.

Os conselhos podem ser consultivos ou de administração , a principal diferença é que os administrativos incluem responsabilidade fiduciária aos conselheiros, sendo muito usados nas companhias abertas, e os consultivos não. Geralmente, os conselhos consultivos têm formação mais diversa e reuniões mais curtas, a cada mês. E mais, exibem uma formação mais diversa, devendo abrir profissionais com especialização nas áreas de finanças, tributação, governança corporativa, inovação e jurídica, entre outros.

“A justificativa mais simples para a formação de um conselho em uma empresa e a que melhor retrata a realidade eu ouvi de um empresário da aŕea da construção, ele disse que queria contar com um time de conselheiros para errar menos na tomada de decisão da empresa”, disse Geovana.

Geovana Donella é conselheira em diversas empresas familiares e especialista em Governança Corporativa e Gestão de Empresas. Atuou como Presidente do Cel Lep, como COO (Chief Operating Officer) do Grupo Multi Holding (atual Pearson) e Superintendente da Alcoa Alumínio. É mentora da Exame PME e Mentora da Liga Empreendedores Insper. Atualmente, é membro do Comitê de Conselhos de Administração do Instituto de Governança Corporativa – IBGC e  professora de Governança Corporativa em vários MBA’s no Brasil. Geovana é bacharel e licenciada em Matemática, pós-graduada em Administração Industrial pela POLI-USP, tem MBA em Gestão de Franquias pela FIA e Conselheira de Administração pelo IBGC.


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